
Noventa e sete municípios paranaenses já tiveram licitações autorizadas para a construção de 107 creches por meio do Programa Infância Feliz, do Governo do Estado. O número representa mais de um terço das 303 unidades previstas para todas as regiões do Paraná. Ao todo, 293 cidades estão aptas a receber recursos destinados à ampliação da oferta de vagas na educação infantil para crianças de 0 a 3 anos.
Há 18 projetos mais avançados nos quais as prefeituras já homologaram os contratos e estão autorizadas a iniciar as obras nos próximos meses. Todos estes municípios (Dois Vizinhos, Manoel Ribas, Nova Prata do Iguaçu, Francisco Beltrão - duas unidades, Pitanga, Santa Tereza do Oeste, Ubiratã, Piên, Medianeira, Paula Freitas, Brasilândia do Sul, Chopinzinho, Laranjal, Altamira do Paraná, Francisco Alves, Enéas Marques e Sulina) já receberam a 1ª e a 2ª parcelas dos recursos, o que representa uma destinação de R$ 74,7 milhões.
A iniciativa foi lançada no ano passado pelo Governo do Estado para fortalecer o desenvolvimento integral de crianças em todo o Paraná. Segundo a Secretaria do Desenvolvimento Social e Família (Sedef), responsável pela execução do programa, o investimento previsto é de R$ 391,4 milhões, com expectativa de atender entre 10.200 e 13.800 crianças em espaços seguros e adequados ao seu crescimento.
Os recursos são oriundos do Tesouro Estadual, do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA) e da Assembleia Legislativa do Paraná, com execução coordenada pela Sedef e Casa Civil. Cada creche receberá aproximadamente R$ 1,9 milhão, com o processo licitatório sob responsabilidade das prefeituras, após assinatura de convênio com o Estado.
O secretário de Estado do Desenvolvimento Social e Família, Rogério Carboni, destacou a relevância do programa e o impacto das ações na formação das novas gerações. “Estamos realizando o maior programa de construção de creches do País, com mais de 300 unidades previstas nessa primeira etapa. É fundamental essa união entre estes órgãos, somando esforços para aplicar os recursos em obras que fazem a diferença”, afirmou.
Carboni também ressaltou a importância do investimento na primeira infância. Segundo ele, o programa responde a uma demanda histórica dos municípios para reduzir o déficit de vagas na educação infantil. “Aplicar recursos nessa fase da vida é investir no futuro. Crianças que têm acesso à educação de qualidade desde cedo tendem a ter melhor desempenho escolar, mais oportunidades no mercado de trabalho e chegam a ganhar até 20% a mais na vida adulta. Essa atenção à infância é essencial”, disse.
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