
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública (ESP-SE), promoveu, nesta terça-feira, 14, o Workshop da Transmissão Vertical (TV). A ação tem como objetivo fortalecer e qualificar o cuidado relacionado à transmissão vertical das infecções sexualmente transmissíveis e da toxoplasmose. O público-alvo do encontro foi formado por enfermeiros, médicos da Atenção Primária à Saúde (APS) e coordenadores de Vigilância Epidemiológica e Atenção Primária à Saúde (APS) dos municípios sergipanos.
O evento reuniu profissionais da rede de atenção básica, maternidades e vigilâncias municipais, com foco na integração entre gestão e assistência. A ideia foi discutir estratégias que reduzam a transmissão de doenças congênitas, garantindo um pré-natal de qualidade e a prevenção de agravos em gestantes e recém-nascidos.
A gerente de Doenças Transmissíveis da SES, Taise Cavalcante, destacou que o workshop reforça o papel da rede no cuidado integral às gestantes. “Estamos reunindo profissionais da atenção primária, da vigilância epidemiológica e das maternidades para discutir a importância do pré-natal adequado e o cuidado com doenças que podem ser transmitidas da mãe para o bebê, como toxoplasmose, sífilis, HIV, rubéola e zika vírus. O objetivo é reduzir os casos de doenças congênitas e garantir uma gestação mais segura”, explicou.
Para a médica Dayana Leite, que atua no município de Lagarto, o encontro é essencial para ampliar o conhecimento e sensibilizar profissionais sobre a importância da prevenção. “Eventos como este ajudam a diminuir os casos de transmissão vertical de HIV e sífilis, que ainda preocupam. Muitas gestantes têm resistência ao pré-natal por medo ou preconceito, e é nosso papel orientar e garantir que elas façam os exames e o acompanhamento desde o início”, ressaltou.
A enfermeira e coordenadora de Vigilância Epidemiológica de Umbaúba, Yasmin Salles, reforçou o papel do pré-natal no diagnóstico precoce. “O pré-natal é o momento oportuno para identificar essas patologias e iniciar o tratamento o quanto antes. Quando a atenção primária atua de forma integrada, conseguimos prevenir a transmissão vertical e proteger a saúde do bebê e da mãe”, pontuou.





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