
Treinamentos foram voltados para pessoas da área de negócios, donos e gestores de dados
A Secretaria da Fazenda do Ceará (Sefaz-CE), por meio da Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Cotic), ministrou, na sede III do Fisco estadual, a segunda onda da trilha de aculturamento de dados, capacitações ocorridas de 29 de setembro a 09 de outubro. Os treinamentos buscaram promover o pensamento analítico e a exploração de dados de modo crítico, bem como o entendimento de conceitos técnicos introdutórios e o planejamento e a realização de análises que apoiem as decisões de cada área.
Conduzindo a programação em todos os dias de treinamento, o engenheiro de dados Rodrigo Blanco, da empresa Bridge & Co., contou com suporte da equipe fazendária da Célula de Governança e Inteligência de Dados (Cegid) composta pela líder do Programa de Democratização de Dados, Inês Vale; Francisco José Bezerra; Márcio Morais e Rossana Damasceno.
O servidor Francisco José Bezerra explicou que a segunda onda surgiu da necessidade de sensibilizar os fazendários sobre a importância da cultura de dados, tendo um público-alvo amplo. “Outros objetivos são introduzir conceitos básicos de governança e ciência de dados, além de preparar a organização para uma transformação cultural orientada a dados. Inseridas no Programa de Democratização de Dados, essas capacitações buscam viabilizar a compreensão dos dados por todos, sejam especialistas ou não, propiciando, assim, a tomada de decisão mais embasada e eficaz”, pontuou.
Na primeira semana da segunda onda, o instrutor Rodrigo Blanco abordou conceitos de ciência e engenharia de dados, papéis e responsabilidade na governança de dados, dados como ativo estratégico, aquisição de dados, introdução à linguagem de consulta estruturada (SQL) e noções de banco de dados.

Já a segunda semana tratou de fundamentos de data warehousing, análise e interpretação de dados para negócios, decisões estratégicas baseadas em dados, etapas de um projeto de analytics (análise de dados) e introdução ao Python para análise de dados.
Rodrigo Blanco ressaltou que analytics não começa com dados, mas com um desafio de negócio evidente e específico. Ainda segundo ele, um problema mal definido gera análises desconectadas dos objetivos estratégicos, enquanto “um bem definido direciona a coleta de dados, os modelos analíticos e a comunicação dos resultados”.

Entre as etapas de um projeto de analytics, Rodrigo destacou a final, de medição e comunicação dos resultados, na qual “a medição contínua é parte da governança analítica, garantindo acompanhamento e ajustes ao longo do tempo”. Houve também dinâmicas individuais e em grupo para revisar os conteúdos e colocar os conhecimentos em prática nas próprias áreas onde serão aplicados.
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