
O Hospital Ophir Loyola celebrou, neste mês de setembro, o primeiro ano do espaço físico do Centro de Cuidados Paliativos Oncológicos (CCPO), consolidando-se como referência no Sistema Único de Saúde (SUS) e pioneiro na região Norte. Com equipe multiprofissional altamente capacitada, o centro oferece cuidado integral, humanizado e contínuo a pacientes oncológicos e seus familiares, priorizando qualidade de vida, dignidade e respeito às escolhas individuais.
Conquistas do primeiro ano -De acordo com a coordenadora do CCPO, Dra. Daia Hausseler, o período foi marcado por conquistas relevantes. “Foi um ano de grandes avanços, o que demonstra a força dos cuidados paliativos na nossa instituição, no nosso Estado e no nosso país. A inauguração do centro possibilitou maior autonomia, conforto e integração da equipe. Trabalhamos protocolos assistenciais, concluímos o primeiro ciclo do Proadi SUS, inserimos nosso serviço no Atlas dos Cuidados Paliativos no Brasil, ampliamos o atendimento para fases mais precoces do tratamento e recebemos residentes médicos e multiprofissionais. Foi um importante início, impulsionado pelo nosso coordenador fundador, Dr. João de Deus, que pretendemos dar continuidade”, afirmou.
Humanização no cuidado oncológico -A filosofia de humanização norteia todas as ações do CCPO. “É através da escuta ativa, do manejo otimizado de sintomas e do respeito à autonomia e dignidade do paciente, aliado à atuação multiprofissional e transdisciplinar, que conseguimos oferecer um cuidado verdadeiramente humanizado”, explicou a coordenadora.
Resultados em números -Essa abordagem se traduz em resultados concretos. Entre 2022 e 2024, a clínica de cuidados paliativos do HOL atendeu 639 pacientes internados e realizou
1.958 consultas ambulatoriais. A maior parte dos pacientes é do sexo feminino (69%), com média de idade de 61 anos. Os tipos de câncer mais comuns incluem tireóide, mama, pulmão, estômago e colo do útero.
O olhar da equipe multiprofissional - O cuidado vai muito além do fim de vida: é oferecido desde o diagnóstico e ao longo de toda a trajetória da doença. A atuação multiprofissional é fundamental nesse processo. Para a terapeuta ocupacional Vanessa Mendes, o espaço físico inaugurado há um ano ampliou as possibilidades de intervenção. “Conseguimos expandir as intervenções, implementar grupos e oficinas terapêuticas e colocar em prática projetos interdisciplinares. Cada profissional atua dentro de seu saber específico, mas sempre de forma interdependente e colaborativa, com o objetivo comum de aliviar o sofrimento e promover qualidade de vida”, destacou.
Apoio às famílias -Vanessa acrescenta que a terapia ocupacional também se dedica a orientar familiares e cuidadores. “Nosso papel é engajar as famílias em atividades terapêuticas, oferecer suporte emocional, preparar para os cuidados domiciliares e dividir responsabilidades, reduzindo a sobrecarga física e emocional”, explicou.
Ao longo desse primeiro ano, o CCPO se consolidou como um espaço de acolhimento, aprendizado e inovação dentro do Hospital Ophir Loyola. Mais do que uma data comemorativa, o aniversário do centro simboliza o compromisso renovado da instituição com um cuidado que vai além da doença, colocando o paciente e sua família no centro da atenção.
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