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Banco do Brasil puxa alta de bancos na Bolsa após “química” Trump-Lula

Banco do Brasil puxa alta de bancos na Bolsa após “química” Trump-Lula

23/09/2025 às 18h11
Por: Redação Fonte: infomoney
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Banco do Brasil puxa alta de bancos na Bolsa após “química” Trump-Lula

Banco do Brasil puxa alta de bancos na Bolsa após “química” Trump-Lula.

 

BBAS3 e ITUB4 se recuperam após fortes quedas na sessão de segunda (22), marcada por nova sanção dos EUA com uso da Lei Magnistky.

Os bancos brasileiros passam por dia de alta na Bolsa, em reação ao possível encontro entre Donald Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) sobem 2,23%, Itaú (ITUB4) ganha 1,72%, Santander (SANB11) tem alta de 1,08% e Bradesco (BBCD4) avança 0,56% na sessão, por volta das 15h.

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As instituições financeiras vêm de sessão mista na segunda (22), com recuo forte de ITUB4 (-1,44%) e perda de BBAS3 (-0,51%) após nova punição com Lei Magnistky por parte dos EUA.

O alvo, dessa vez, foi Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. De acordo com o jornal O Globo, já antecipando uma nova rodada de sanções, os bancos buscaram reforçar atuação nos EUA através da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).

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No entanto, as sinalizações positivas por parte dos dois líderes sobre um eventual encontro na próxima semana fizeram com que os papéis passassem a reagir com fortes altas na sessão.

“Tive um pequeno problema em dizer isso, mas devo contar. Eu estava entrando e o líder do Brasil estava saindo. Nós nos vimos, nos abraçamos e concordamos que nos encontraríamos na próxima semana. Não tivemos muito tempo para conversar, talvez uns 20 segundos. Mas, tivemos uma excelente química”, falou em tom descontraído o presidente americano durante discurso na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. “Ele me pareceu um homem muito agradável. Eu gostei dele, e só faço negócios com pessoas de quem gosto”.

Perda de R$ 1,87 bilhões

Há um mês, os cinco maiores bancos listados na B3 tiveram queda de R$ 18,7 bilhões em valor de mercado após uma semana de “montanha-russa”, com decisão do ministro do STF, Flavio Dino, abrindo margem para nova interpretação da Lei Magnistky no Brasil.

Ao votar em outro processo, relacionado aos desastres de Mariana e Brumadinho, o ministro determinou, em 18 de agosto, que cidadãos brasileiros não podem ser afetados em território nacional por leis e decisões estrangeiras tomadas por atos que tenham sido realizados no Brasil.

A decisão colocou bancos em xeque e em busca de estratégias de proteção caso os EUA seguissem com imposição de sanções financeiras adicionais

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