
Secretário de Estado dos EUA visitou neste domingo o Muro das Lamentações, em Jerusalém, acompanhado do primeiro-ministro israelense.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, visitou neste domingo, 14, o Muro das Lamentações, em Jerusalém, acompanhado do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. A viagem marca o início de uma semana de compromissos em Israel.
No local, Rubio rezou “pela paz em Israel e além”. Netanyahu destacou a importância da parceria entre os dois países:
“A visita [de Rubio] aqui é um testemunho da durabilidade, da força da aliança israelense-americana, que é tão forte e durável quanto as pedras do Muro das Lamentações que acabamos de tocar”, afirmou.
Honored to visit the @westernwall_il in Israel’s eternal capital, Jerusalem, with @USAmbIsrael Huckabee and @IsraeliPM Netanyahu. pic.twitter.com/djQw7W0fiH
— Secretary Marco Rubio (@SecRubio) September 14, 2025
O premiê também publicou nas redes sociais que ambos rezaram “pela paz dos reféns e uma oração especial em homenagem ao presidente dos EUA, Donald Trump, um verdadeiro amigo do povo judeu e do Estado de Israel”.
A presença de Rubio ocorre dias após um ataque israelense em Doha, capital do Catar, contra líderes do Hamas. A ofensiva gerou forte reação internacional, até mesmo da Casa Branca.
Netanyahu, por sua vez, afirmou neste domingo que “sob a liderança do Presidente Trump, juntamente com o Secretário de Estado Rubio, esta aliança nunca foi tão forte”.
Durante a visita, Rubio seguiu a tradição de deixar um bilhete nas fendas do Muro, com a mensagem:
“Que a paz reine sobre esta Terra Santa e no mundo.”
Ele também participou de orações pela segurança dos reféns mantidos pelos terroristas do Hamas.
Após a cerimônia, eles percorreram escavações arqueológicas do período do Segundo Templo, acompanhado por Mordechai Suli Eliav, diretor da Fundação do Patrimônio do Muro das Lamentações.
Netanyahu e Rubio não concederam entrevistas coletivas nem detalharam se houve reunião bilateral. Mais tarde, o secretário americano escreveu no X estar “honrado em visitar o [Muro das Lamentações] na eterna capital de Israel, Jerusalém”.
Na última terça-feira, Israel realizou um bombardeio contra um edifício residencial em Doha, que teria abrigado líderes do Hamas. A ofensiva matou cinco integrantes do grupo e um membro das forças de segurança locais.
Foi a primeira vez que Israel atacou alvos no Catar, país que abriga a maior base militar dos EUA no Oriente Médio e atua como mediador nas negociações para a libertação de reféns em Gaza.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não estava “nada feliz” com o ataque.
Não estou nada feliz com isso. Não é uma boa situação, mas direi o seguinte: queremos os reféns de volta, mas não estamos nada felizes com a forma como as coisas aconteceram hoje”, afirmou a jornalistas em Washington.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, também condenou o episódio. “Bombardear unilateralmente o Catar, uma nação soberana e aliada próxima dos Estados Unidos […] não promove os objetivos de Israel ou dos Estados Unidos”, disse.
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