
Foto: Divulgação
O Laboratório de Biomecânica do Centro de Ciências da Saúde e do Esporte (Cefid) , da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), está conduzindo estudo em Florianópolis para investigar a prevalência de disfunções do assoalho pélvico em mulheres atletas com e sem deficiência. O projeto busca, neste momento, voluntárias que sejam paratletas com deficiência física por amputação, com 18 anos ou mais.
O objetivo da pesquisa “Desvendando a prevalência das disfunções do assoalho pélvico em mulheres paratletas: relações com biomecânica da marcha, equilíbrio e postura” é compreender se paratletas apresentam esses problemas de forma semelhante às demais atletas e quais impactos isso pode trazer para sua qualidade de vida e seu desempenho esportivo.
“Essas disfunções podem interferir tanto na vida diária quanto na performance atlética. Entender se isso também ocorre em mulheres atletas com deficiência pode trazer diversos benefícios, inclusive para estratégias de prevenção e tratamento”, explica a fisioterapeuta Eliane Arbieto, que é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Udesc Cefid (PPGFT) e responsável pelo estudo.
A pesquisa integra o projeto de doutorado de Eliane e ocorre em parceria com o estudo da mestranda Janaína Formagi. Ambas as pesquisadoras são responsáveis pela coleta de dados, sendo orientadas pela coordenadora do Laboratório de Biomecânica da Udesc Cefid, professora Soraia Cristina Tonon da Luz, e coorientadas pela professora Thuane da Roza.
Como se inscrever
Paratletas interessadas podem se inscrever de forma gratuita através de formulário online ou pelo QR Code divulgado no perfil da pesquisa no Instagram .
Esse procedimento faz parte da primeira etapa da pesquisa, que busca levantar dados sociodemográficos que possam se relacionar à presença de disfunções do assoalho pélvico e ao rastreamento de sintomas para cada tipo de disfunção.
Quem demonstrar interesse poderá participar também da segunda fase, que será presencial, iniciará em novembro e terá avaliação física dos músculos dessa região do corpo.
As participantes terão acesso gratuito aos resultados da sua avaliação e, caso desejem, poderão ser encaminhadas à lista de espera para atendimento gratuito no projeto de extensão Grupo de Reabilitação do Assoalho Pélvico e Disfunção Sexual (Grapedis) ou no Grupo de Educação em Saúde Pélvica (Gespelvi) para tratamento das disfunções do assoalho pélvico, que ocorre no Laboratório de Biomecânica da Udesc Cefid e na Maternidade Carmela Dutra, no Centro de Florianópolis.
Mais informações
Mais informações podem ser obtidas pelo perfil da pesquisa no Instagram .
Assessoria de Comunicação da Udesc Cefid
Estagiária de Jornalismo Beatriz Perrone
E-mail: comunicacao.cefid@udesc.br
WhatsApp: (48) 98801-7729
Telefone: (48) 3664-8637
* Sob supervisão do jornalista Rodrigo Brüning Schmitt
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