
Nesta terça-feira, 9, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) e da Escola de Saúde Pública de Sergipe (ESP-SE), promoveu uma Oficina sobre Estratificação de Risco em Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde (APS), no município de Estância. O encontro reuniu enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, médicos e técnicos de enfermagem, com o objetivo de ampliar a compreensão sobre a saúde mental na porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa buscou sensibilizar os profissionais sobre a importância do uso de instrumentos de estratificação de risco, ampliando o olhar para diferentes condições de saúde mental e subsidiando a territorialização da população atendida. Com isso, pretende-se fortalecer a rede de cuidado e garantir um acolhimento mais adequado, desde os atendimentos iniciais na atenção primária até os encaminhamentos para serviços especializados, como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps).
De acordo com a referência técnica em saúde mental e saúde prisional, Rita Trindade, a oficina contribui para que os profissionais estejam mais preparados para lidar com diferentes graus de sofrimento psíquico. “A atenção primária é a porta de entrada preferencial do usuário, e nem sempre o profissional consegue identificar se aquele caso pode ser acompanhado na unidade, ou se precisa ser encaminhado para um atendimento especializado. Esse espaço de capacitação ajuda a fortalecer a rede, garantindo que cada usuário receba o cuidado adequado de acordo com sua necessidade”, destacou.
A médica da cidade de Umbaúba, Bárbara Meirelles, ressaltou a importância da educação continuada para quem está na linha de frente. “Esse tipo de capacitação nos orienta sobre como direcionar o paciente, especialmente na estratificação de risco, o que torna o atendimento mais resolutivo e humanizado. Além disso, contribui para que toda a equipe trabalhe de forma integrada, proporcionando ao usuário um acolhimento qualificado e favorecendo sua adesão ao tratamento”, afirmou.
Para a coordenadora estadual de saúde mental, álcool e outras drogas da Diretoria de Atenção Especializada (Daps), Suely Neves, o encontro fortalece a troca de práticas e conhecimentos entre os municípios: “A oficina é um espaço para compartilhar experiências e tecnologias de cuidado, qualificando a atenção em saúde mental dentro dos territórios. Esse processo é fundamental para que o profissional na ponta consiga conduzir o atendimento de forma assertiva e garantir que o usuário seja encaminhado ao serviço mais adequado”.
Já o técnico de enfermagem de Itabaianinha, Maycon Santos, reforçou a relevância da atualização constante para a rotina dos serviços. “Atuo no Caps desde 2021 e percebo como a saúde mental ainda precisa de mais atenção em várias unidades. Participar de capacitações como essa faz diferença, porque amplia nossa visão e nos ajuda a conduzir melhor os usuários, principalmente aqueles em situação de vulnerabilidade, como os que enfrentam problemas relacionados ao álcool e outras drogas”, pontuou.






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