
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Fundação Estadual da Saúde (Funesa), realizou, nesta terça-feira, 9, uma webpalestra de atualização sobre os fluxos de diagnóstico da toxoplasmose gestacional e congênita. O encontro reuniu coordenadores de Vigilância Epidemiológica (VE) e profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS), com o objetivo de reforçar as ações de prevenção e cuidado durante o período gestacional.
A iniciativa integra o programa Teleducação, que promove capacitações virtuais para profissionais de saúde no estado. Durante a ação, foram apresentados os fluxos de diagnóstico da toxoplasmose na gestação e as atualizações no exame neonatal que, agora, inclui a triagem para a doença. Também foi ressaltado o papel da vigilância epidemiológica no monitoramento e controle da toxoplasmose em Sergipe.
Segundo a referência técnica da toxoplasmose da SES, Liliana Oliveira, a realização de exames é fundamental para a prevenção da doença e para o diagnóstico precoce. “Durante a gestação, é importante realizar a sorologia de IgG, IgM e o teste de avidez de IgG para detectar a toxoplasmose. No caso da toxoplasmose congênita, além desses exames, são necessários procedimentos complementares, como fundoscopia, ultrassom transfontanelar e avaliação clínica detalhada do bebê”, explicou.
Cuidados
De acordo com o Departamento de Informação e Informática do SUS (DataSUS), Sergipe registrou um aumento significativo nos casos de toxoplasmose nos últimos anos, passando de 84 para 237 casos de toxoplasmose gestacional e de 13 para 33 casos de toxoplasmose congênita. Esse crescimento acende um alerta para a necessidade de intensificar as ações de prevenção e controle da doença no estado.
A toxoplasmose gestacional é uma infecção causada pelo parasita Toxoplasma gondii durante a gravidez. Sua transmissão pode ocorrer por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados, bem como pelo consumo de carne crua ou mal cozida. Seu quadro clínico é geralmente assintomático, tornando de importância quando atinge gestantes, podendo impactar no do bebê.
Para Liliana Oliveira a detecção precoce é essencial para evitar complicações tanto para a gestante quanto para o bebê. “A conscientização sobre os riscos da toxoplasmose e a realização dos exames no tempo adequado são fundamentais para garantir uma gestação segura e o desenvolvimento saudável do recém-nascido”, destacou.




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