
Mulheres trans privadas de liberdade deram início, nesta quinta-feira (4), ao processo de hormonioterapia. O tratamento será realizado no Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais Fernanda Benvenutty, que fica anexo ao Hospital Clementino Fraga. Desde setembro de 2024, a Secretaria Estadual de Saúde disponibiliza o tratamento hormonal para pessoas trans e em agosto de 2025 foi iniciada a parceria com a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap).
A iniciativa representa um avanço no acesso à saúde integral da população trans, garantindo assistência especializada mesmo dentro do sistema prisional. Das 17 pessoas que demonstraram interesse em realizar o tratamento, cinco participaram nesta quinta-feira da primeira etapa do protocolo: a consulta com o psiquiatra. Essa avaliação inicial é fundamental para analisar o histórico de saúde e assegurar que a paciente tenha condições de seguir com o tratamento.
Após essa fase, as pacientes serão encaminhadas para consultas com endocrinologista e demais profissionais que compõem a equipe multiprofissional, como psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais. O objetivo é garantir um acompanhamento completo, que envolva não apenas a parte médica, mas também o suporte psicológico e social, essencial para a adesão e os resultados da hormonioterapia.
A medicação é disponibilizada na farmácia do Clementino Fraga, após a análise da equipe multiptofisisonal. O processo segue em andamento para as demais pessoas que aguardam a primeira consulta. A expectativa é de que, com o avanço das etapas, todas possam ter acesso ao tratamento de forma segura, humanizada e dentro dos protocolos clínicos recomendados.
A diretora geral do Clementino Fraga, Karine Garcia, lembrou que o acesso à saúde e ao SUS é um direito de todos. “Dar a oportunidade para estas pessoas privadas de liberdade ao tratamento de hormonioterapia também é ajudar na sua ressocialização”, comentou.
A Secretaria Estadual de Saúde disponibiliza a hormonioterapia tanto para homens quanto para mulheres trans. A medida se alinha às políticas de atenção à saúde LGBTQIAPN+, ampliando o acesso a cuidados específicos e reforçando o compromisso do Estado com o respeito à diversidade e aos direitos humanos.
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