
O fortalecimento da agricultura familiar e a garantia de uma alimentação escolar mais saudável e diversificada para os estudantes da Rede Pública Estadual de Ensino estão no centro das ações da Secretaria de Estado da Educação (Seed). Como parte dessas ações, o Departamento de Alimentação Escolar (DAE) realizou, nesta terça-feira, 26, na sala de reuniões da Seed, o encontro de mapeamento da produção e orientações sobre a participação da agricultura familiar na chamada pública do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), reunindo gestores, nutricionistas, agricultores familiares e representantes de cooperativas parceiras.
O objetivo do encontro foi mapear os produtos da agricultura familiar e orientar os agricultores sobre o processo de participação na Chamada Pública de 2026. Essa organização permite planejar de forma mais eficiente o abastecimento das escolas da rede pública estadual de ensino, além de abrir espaço para que as cooperativas e os pequenos produtores ampliem sua presença no PNAE.
De acordo com a Resolução nº 6, de 8 de maio de 2020, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), pelo menos 30% dos recursos destinados ao PNAE devem ser utilizados na compra de gêneros alimentícios provenientes da agricultura familiar. Além de atender às exigências legais, essa medida também fortalece a economia local, gera renda, estimula práticas agrícolas sustentáveis e promove a valorização cultural e nutricional nos cardápios escolares.
O secretário de estado da Educação, Zezinho Sobral, esteve na reunião e destacou que a participação da agricultura familiar na alimentação escolar, além de ter um caráter social por ampliar a participação dos pequenos agricultores, também proporciona um selo de procedência e qualidade dos alimentos. A iniciativa também permite um melhor planejamento do cardápio escolar por conta da regionalização.
Segundo a diretora do DAE, Lucileide Rodrigues, o mapeamento estratégico é fundamental para garantir a organização e aproximar os produtores de novas oportunidades. “Nos últimos anos, temos observado um impulso maior na agricultura familiar. Em 2022, a compra era de aproximadamente R$ 4 milhões, e, em 2025, a compra foi de R$15 milhões. Esse é um feito extraordinário que reflete o comprometimento coletivo dos agricultores com uma produção mais sustentável. Esse avanço não só significa mais recursos aplicados a esses produtores, mas também um fortalecimento profundo do nosso sistema alimentar nas escolas. Por meio desses mapeamentos, conhecemos quem são esses agricultores, o que produzem e onde estão localizados”, explicou.
Para a produtora familiar Élida Rosa Vieira, do município de Areia Branca, que participou pela primeira vez do mapeamento, esse é um momento importante, pois fortalece a comunicação com os agricultores familiares, além de oferecer a oportunidade de alinhar assuntos relevantes. “É importante que aconteçam reuniões como esta, para que possamos apresentar ao pessoal que elabora o cardápio escolar a diversidade agrícola, garantindo assim um cardápio mais variado para os estudantes”, ressaltou.
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