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Malafaia critica Moraes e pede passaporte de volta: “Não sou fujão”

Malafaia critica Moraes e pede passaporte de volta: “Não sou fujão”

23/08/2025 às 14h48
Por: Redação Fonte: infomoney
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Malafaia critica Moraes e pede passaporte de volta: “Não sou fujão”

Malafaia critica Moraes e pede passaporte de volta: “Não sou fujão”.

 

Pastor argumenta que não há justificativa para recolher passaporte pois não tem intenção de fugir do país.

O pastor Silas Malafaia publicou um vídeo na rede social X pedindo ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a devolução de seu passaporte e de cadernos com anotações bíblicas apreendidos pela Polícia Federal (PF).

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Malafaia argumenta que apenas um iminente risco de fuga justificaria a recolhida do passaporte, o que não era o caso já que ele voltou ao Brasil. “Uma coisa eu não sou: covarde, medroso e fujão. Eu vou estar aqui, vou continuar a falar e a denunciar”, afirmou.

Todo mundo no mundo jurídico sabe que para apreender o passaporte de alguém tem que haver risco eminente de fuga. Eu estava em Portugal quando tudo isso estourou. Se eu tivesse medo do senhor e tivesse medo disso isso, eu ficava lá, ou ia para a América, onde tenho igrejas”, acrescentou.

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O pastor foi alvo de busca e apreensão determinada por Moraes, na última quarta-feira (20), no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, ao desembarcar de um voo que vinha de Lisboa, Portugal. Malafaia classificou a decisão de Moraes como uma “aberração”.

A decisão do ministro também proíbe o pastor de se comunicar com outros investigados, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

De acordo com a decisão de Moraes, a PF e Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentaram evidências de que Malafaia estaria envolvido em crimes de coação no curso do processo e obstrução de investigação, juntamente com o ex-presidente e seu filho.

A intenção do grupo seria influenciar o STF e obter anistia por meio de uma campanha de desinformação e pressão política, inclusive utilizando a ameaça de tarifas americanas como barganha, conforme a decisão.

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