
O Projeto EcoEmbalagens de Fibra de Coco conquistou o credenciamento para a XXV Feira Internacional de Ciência y Tecnologia 2025 (Ceintec), que acontecerá na cidade de Lima, no Peru, no período de 24 a 28 de novembro. O projeto, que agora é desenvolvido por alunas da turma de Iniciação Científica do Centro de Excelência de Educação Profissional José Figueiredo Barreto (JFB), é exemplo de uma inovação sustentável que nasceu dentro da rede pública estadual de Sergipe e agora ganha projeção internacional.
Desenvolvido inicialmente por alunos do Centro de Excelência Atheneu Sergipense, o projeto é uma solução derivada da poluição na Praia de Atalaia, causada pelo descarte incorreto de cascas de coco verde por banhistas e comerciantes. “Esse projeto começou no ano passado lá no Atheneu Sergipense, e a gente trouxe aqui para o José de Figueiredo, na proposta de ampliar e dar um destino correto aos resíduos que são descartados inadequadamente na Praia de Atalaia’, explica a orientadora do projeto, professora Darcylaine Martins.
Atualmente a iniciativa é desenvolvida pelas alunas Aline Ferreira (líder do projeto), Maria Caroline Damázio e Vivian Sena que contam com o apoio da Universidade Federal de Sergipe (UFS) e projeto Guardiões das Águas.
Para a estudante Aline Ferreira, a oportunidade de apresentar o projeto fora do país é um momento muito importante. “Quero falar em nome de todas as integrantes da equipe. A gente está muito feliz. É uma oportunidade de mostrarmos que no nosso estado saem muitas coisas incríveis, mostrar Sergipe para o mundo na feira e ver como o nosso projeto pode impactar e alcançar outros lugares”, afirmou.
A pesquisa é baseada em logística reversa e propõe coletar os resíduos das cascas de coco para transformá-las em ecoembalagens biodegradáveis, usando a fibra de coco misturada com goma de ágar-ágar. O objetivo é duplo: diminuir a poluição causada pelos resíduos e aumentar a conscientização ambiental, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).
Para esse novo momento do projeto, as alunas, sob orientação da professora Darcylaine Martins, buscam ampliar ainda mais o projeto a partir da criação de uma cooperativa onde as alunas poderão reaproveitar as fibras de coco e torná-las produtos para venda, gerando assim renda para muitas pessoas. “Agora queremos muito que o projeto ganhe essa nova vertente de empreendedorismo, de geração de renda para as pessoas, e a criação de uma cooperativa contribuirá muito com isso. Fico muito feliz em saber que estamos no caminho para essa grande conquista”, finaliza a orientadora, Darcylaine Martins.




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