
Chefe da DEA acusou a ditadura de Maduro de "introduzir" drogas nos Estados Unidos em quantidades sem precedentes.
O administrador da DEA (Agência Antidrogas dos EUA), Terry Cole, acusou nesta quinta-feira, 21, a ditadura de Nicolás Maduro de enviar “quantidades recordes” de cocaína para os Estados Unidos.
Em entrevista à Fox News, Cole afirmou que o regime chavistaatua em parceria com grupos criminosos internacionais e se consolidou como um Estado narcoterrorista.
“A Venezuela se tornou um Estado narcoterrorista, que continua trabalhando com as FARC e com o ELN da Colômbia, para enviar quantidades recordes de cocaína, originadas da Venezuela e da Colômbia até os cartéis mexicanos, que seguem introduzindo drogas nos Estados Unidos em quantidades sem precedentes“, disse.
“A corrupção venezuelana, a ditadura venezuelana – ele [Maduro] é um narcoterrorista – continua enviando esse veneno para os Estados Unidos, matando centenas de milhares de americanos“, acrescentou.
A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, anunciou que o governo Trump aumentou de US$ 25 milhões para US$ 50 milhões (cerca de 270 milhões de reais) a recompensa por Maduro.
Ela revelou que o o Departamento de Justiça já confiscou mais de US$ 700 milhões em ativos ligados ao ditador, classificando-o como “um dos maiores traficantes de drogas do mundo”.
“Até o momento, a DEA apreendeu 30 toneladas de cocaína ligadas a Maduro e seus cúmplices , das quais quase sete toneladas estão ligadas ao próprio Maduro, representando uma fonte crucial de receita para cartéis sediados na Venezuela e no México. Essa cocaína é frequentemente misturada com fentanil, resultando na perda e destruição de inúmeras vidas americanas”, disse.
Segundo o governo Trump, o ditador Nicolás Maduro é responsável por chefiar o cartel que alimenta uma rede de financiamento a outros grupos criminosos transnacionais, entre eles o Trem de Aragua e o Cartel de Sinaloa, do México.
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