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Para 69%, Eduardo Bolsonaro age por interesse próprio, não do país

Para 69%, Eduardo Bolsonaro age por interesse próprio, não do país

20/08/2025 às 08h25
Por: Redação Fonte: infomoney
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Para 69%, Eduardo Bolsonaro age por interesse próprio, não do país

Para 69%, Eduardo Bolsonaro age por interesse próprio, não do país.

 

Pesquisa Genial/Quaest revela também que maioria reprova ações do deputado e do ex-presidente Jair Bolsonaro em relação ao tarifaço dos EUA; 49% dizem que Lula atua em defesa do Brasil.

A maioria dos brasileiros acredita que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não está agindo em defesa do país na crise comercial com os Estados Unidos. Segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (20), 69% avaliam que ele atua em benefício próprio e da família Bolsonaro. Apenas 23% disseram que o parlamentar está defendendo os interesses do Brasil. Outros 8% não souberam ou não quiseram responder.

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A rejeição à conduta do deputado ocorre em meio à ofensiva liderada por ele nos Estados Unidos, onde se reúne com aliados representantes do presidente Donald Trump e atua para pressionar por acirramento do conflito comercial e por sanções contra autoridades brasileiras. As articulações ocorrem em paralelo ao julgamento de Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), acusado de tentativa de golpe.

A avaliação negativa se estende ao desempenho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Tanto ele quanto o filho receberam 55% de reprovação sobre suas ações diante das tarifas de 50% impostas pelos EUA a produtos brasileiros. Apenas 24% aprovam a conduta de ambos.

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Em contraste, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é visto por 49% como alguém que atua em defesa do Brasil no caso das tarifas, embora 41% considerem que ele está tentando se promover.

No geral, 48% dos brasileiros apontam que Lula e o PT são os que mais têm agido corretamente no episódio, contra 28% que citam Bolsonaro e seus aliados. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de agosto, com 12.150 entrevistas presenciais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

 
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