
Após as agressões, a vítima procurou atendimento médico.
O produtor musical Leandro de Souza Almeida da Silva Filho, 26, o Leandrinho — conhecido por trabalhos com o rapper Oruam — foi preso em flagrante na manhã de segunda-feira (18), no Centro de Nilópolis, no Rio de Janeiro (RJ).
Ele foi denunciado por agressão contra a companheira. A informação é do jornal O Globo.
A ação foi realizada por agentes da 57ª DP (Nilópolis), que o encontraram em casa. Ele irá responder pelos crimes de lesão corporal, injúria e ameaça.
Após as agressões, a vítima procurou atendimento médico em um hospital do município e, em seguida, foi à delegacia, onde requereu medida protetiva e relatou o que aconteceu, destacando que "ele sempre foi agressivo e a ameaçava de morte enquanto a xingava".
A ação foi realizada no âmbito da Operação Shamar, que realiza ações integradas, em nível nacional, de enfrentamento à violência contra as mulheres. Leandro foi encaminhado ao sistema prisional onde foi programado audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça
Conforme a Polícia Civil, Leandro teria injuriado, esganado a companheira e a empurrado da escadaria de um prédio durante uma crise de ciúmes na manhã de segunda.
O advogado Siro Darlan, ex-desembargador do Tribunal de Justiça do Rio contratado pelo rapper Oruam, fez críticas ao projeto que ficou conhecido como lei anti-Oruam. Darlan representa o cantor em um recurso que pede a devolução de objetos apreendidos durante uma operação policial realizada em sua casa dele, no início do ano. A informação é do colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
Em fevereiro deste ano, dois dias após a apresentação do projeto de lei que busca proibir a contratação, pelo município, de artistas suspeitos de fazer apologia ao crime em eventos abertos ao público infantojuvenil, o ex-desembargador enviou uma mensagem ao vereador Pedro Duarte (Novo), autor da proposta em conjunto com Talita Galhardo (PSDB).
Conforme o colunista, o advogado criticou a medida e afirmou que os parlamentares deveriam se concentrar em ampliar políticas públicas, e não em medidas que ele classificou como “censura e preconceito”.
"O povo do Rio espera ansiosamente por políticas públicas: conselhos tutelares em quantidade necessária, fortes e bem qualificados; creches e escolas integrais para a educação de crianças e jovens; saneamento básico; habitação digna e respeito à sua cultura. Não de censura e preconceito contra os costumes trazidos da África pelos escravizados. Mais políticas públicas e menos preconceito", escreveu.
Oruam foi preso no dia 22 de julho após se entregar à polícia. Ele é indiciado por sete crimes: tráfico de drogas, associação para o tráfico, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. Ele é filho de Marcinho VP, preso e condenado a 37 anos por assassinato, formação de quadrilha e tráfico.
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