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Eduardo Bolsonaro quer Trump, invadindo o Brasil igual Putin na Ucrânia.

Eduardo Bolsonaro quer Trump, invadindo o Brasil igual Putin na Ucrânia.

18/07/2025 às 16h08
Por: Redação Fonte: Agência O Antagonista
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Eduardo Bolsonaro quer Trump, invadindo o Brasil igual Putin na Ucrânia.

Eduardo Bolsonaro quer Trump, invadindo o Brasil igual Putin na Ucrânia.

 

Essa família é literalmente “suicida”. Especialistas no Xadrez 4D, que só eles e sua turba fanática conseguem compreender.

Em Minas, ao invés de “Nossa Senhora”, dizemos “Nósinhora”. Ao invés de “doido demais”, simplesmente “doidimais”. Se alguém ainda duvidava da psicopatia delirante de Eduardo Bolsonaro e de seu completo desprezo pelo Brasil e pelos brasileiros, agora já não pode mais alegar – em defesa da própria torpeza – ignorância e ausência de fatos, porque o cara está completamente “fora da casinha”.

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Não bastasse sua gestão pessoal junto à autoridades americanas com vias à sanções comerciais dos EUA contra o Brasil, ainda que isso tenha pouca, ou quase nenhuma, relevância na decisão de Donald Trump, haja vista a insanidade comercial mundo afora do bufão cor de laranja, Dudu Bananinha quer, agora, porta-aviões americanos no Paranoá.

Sim. É claro que se trata de uma figura de linguagem, mas não esconde o perverso desejo. Até porque, os idólatras do MAGA apoiam a anexação do Canadá, a invasão à Groenlândia e a tomada do Canal do Panamá. Daí, para uma incursão “a la Putin na Ucrânia” em terras tupiniquins, neste caso, em águas tupiniquins, é um pulo.

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Fala, Dudu

Tá muito mais fácil um porta-aviões chegar no Lago Paranoá – se Deus quiser, chegará em Breve, né? – , do que vocês serem recebidos com o Alckmin nos Estados Unidos”, afirmou o patriota Eduardo Bolsonaro em mais um de seus vídeos aloprados, cada vez mais auto incriminadores – juridicamente e politicamente falando.

bolsokid 03 abandonou a legítima e legal atuação política em favor de seu pai, contra o que entende abusos do Judiciário brasileiro e mesmo um estado autoritário com vias a censurar o debate público nas redes sociais – algo defendido por mim, já que direito de expressão política e liberdade de pensamento – para um ataque frontal, e em tese ilegal, ao país e ao STF.

Para além disso, o que já seria grave o bastante, passou a defender, ainda que veladamente, a prisão de Alexandre de Moraes – “Enquanto ele estiver livre continuará a perseguir cidadãos e empresas americanas” – ou, no mínimo, seu imediato afastamento, e também a acusar o próprio ministro de assassinato (caso Clezão); a chamar as tarifas alfandegárias contra o Brasil de “Tarifa Moraes”;  a condicionar a suspensão destas – como se tivesse poder para isso – à aprovação de uma “anistia ampla, geral e irrestrita”; e de pedir/ameaçar sansões pessoais contra Xandão.

Família aloprada

Até seu irmão, Flávio Bolsonaro, costumeiramente mais discreto e menos “kamikaze”, andou flertando com “obstrução de Justiça e coação no curso do processo ao ameaçar, em nome de Donald Trump, bombas atômicas contra o Brasil. Alertado, ou arrependido, apagou sua publicação posteriormente. Mas “print é eterno”.

Já o papis Jair, craque em produzir provas contra si mesmo, retomou os pronunciamentos públicos de cunho francamente ilegais a um réu criminal e recebeu, como alerta, uma ordem para utilizar tornozeleira eletrônica, artefato empregado não apenas para evitar uma possível fuga, mas como medida cautelar alternativa à prisão preventiva. Querem saber? Está no lucro.

Essa família é literalmente “suicida”. Especialistas no Xadrez 4D, que só eles e sua turba fanática conseguem compreender, estão cavando um buraco tão profundo, que só uma hecatombe civil poderá ser capaz de lhes salvar. Do que eu falo? De uma vitória de um bolsonarista de alto coturno (Flávio, Michele etc.) em 2026, que culmine num decreto de indulto a Jair Bolsonaro, que será negado no Supremo, e a partir daí em uma convulsão social que lhes seja favorável.

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