Ele também cobrou explicações da procuradora-geral Pam Bondi, que afirmou anteriormente possuir uma suposta lista de clientes de Epstein, mas não a divulgou.
O presidente da Câmara ressaltou a necessidade de o Departamento de Justiça focar em prioridades maiores, mas defendeu a resolução rápida do caso.
Na última semana, o Departamento de Justiça confirmou que Epstein cometeu suicídio em 2019 enquanto estava sob custódia federal, encerrando teorias conspiratórias sobre sua morte.
Contudo, a decisão de não tornar públicos os arquivos do caso gerou críticas entre aliados conservadores de Trump, que veem a postura como contraditória com as promessas de campanha do presidente.
Enquanto isso, os republicanos rejeitaram uma proposta dos democratas para incluir na legislação a obrigatoriedade da divulgação dos documentos de Epstein.
Os democratas, por sua vez, continuam pressionando por uma audiência na comissão judiciária da Câmara, exigindo que Bondi, seu vice e líderes do FBI esclareçam o caso.
Trump, por sua vez, tentou minimizar a controvérsia nas redes sociais, afirmando que o país está em um momento positivo e que não vale a pena gastar energia com Epstein.
Ainda assim, ao deixar a Casa Branca nesta terça-feira (15), ele defendeu Bondi e sugeriu que mais documentos poderiam ser liberados, deixando em aberto a possibilidade de novas revelações no futuro.
