
Crédito das fotos: Acervo Gestão Ambiental da BR-285/RS/SC – DNIT
A equipe de coordenação do Plano de Ação Territorial (PAT) Planalto Sul, formada por analistas do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) e da Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura (SEMA) do Rio Grande do Sul, realizou palestras e reuniões técnicas em seis municípios do território: Santa Rosa do Sul e Timbé do Sul, em Santa Catarina; Cambará do Sul, São José dos Ausentes, Vacaria e Bom Jesus, no Rio Grande do Sul. As atividades aconteceram entre os dias 9 e 11 de julho e contaram com o apoio da equipe de Gestão Ambiental da Rodovia BR-285/RS/SC.

O foco das atividades foi a divulgação do PAT Planalto Sul para gestores municipais de Meio Ambiente, Turismo e Cultura, produtores rurais, agentes de extensão rural, empresários da hotelaria, representantes do Geoparque Cânions do Sul, professores do Ensino Médio, técnico e superior e centenas de alunos. A colaboração com as ações do Plano de Ação Territorial é uma das medidas de mitigação exigidas pelo licenciamento ambiental federal, conduzido pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para as obras de implantação e pavimentação da BR-285, entre Santa Catarina e o Rio Grande do Sul.

Conforme a coordenadora do PAT Planalto Sul e bióloga do IMA, Luthiana Carbonell dos Santos, “a interface com o licenciamento ambiental é fundamental para lidar com as ameaças e para o alcance dos objetivos de conservação do plano, considerando aspectos biológicos, sociais, culturais e econômicos, o que torna extremamente importante a mobilização dos diferentes atores locais”.

Saiba mais sobre o PAT
Desde 2018, o IMA/SC e a SEMA/RS atuam conjuntamente no planejamento e na implementação do PAT Planalto Sul, que abrange 27 municípios do Rio Grande do Sul e 12 de Santa Catarina. O foco é a conservação de 22 espécies ameaçadas de extinção por meio de ações que promovam a proteção e/ou recuperação dos ambientes naturais, a detecção rápida e o controle de espécies exóticas invasoras e o fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis que conservem e restaurem a vegetação nativa.
O projeto é financiado pelo Programa Nacional para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção (Pró-Espécies), com recursos oriundos do Fundo Global para o Meio Ambiente, sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). É implementado pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e tem o WWF-Brasil como agência executora.
Mais informações sobre o plano de ação territorial podem ser obtidas no site do IMA.
e por meio da série de minidocumentários disponível no canal do Instituto no Youtube .
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