
A Sony revelou que o engajamento da PS Plus está em seu melhor momento desde o lançamento, em 2010. Além disso, os planos mais altos do serviço por assinatura seguem com bom desempenho.
Em entrevista ao GameFile, Nick Maguire, vice-presidente de serviços globais da PlayStation, deu mais detalhes sobre a boa fase da PS Plus. “O engajamento no Plus nunca foi tão alto quanto agora”, revelou o executivo.
Segundo ele, o plano Deluxe da PS Plus, que oferece o pacote mais completo do serviço, cresceu 18% nos últimos 12 meses. Esse crescimento permite que a Sony reinvista na assinatura com recursos como streaming no PS Portal e o aplicativo de aluguel de filmes Sony Pictures Core.
Outro destaque levantado por Maguire é a migração de assinantes do PlayStation 4 para o PlayStation 5. Segundo ele, cerca de 81% dos assinantes da PS Plus estão na nova geração, contra 70% no ano anterior.
Quase 40% dos assinantes optam pelos planos Deluxe e Extra, níveis que concedem acesso a um catálogo de jogos, títulos clássicos do PlayStation e outros benefícios.
O principal concorrente da PS Plus é o Xbox Game Pass, da Microsoft. O grande diferencial entre os catálogos oferecidos pelas empresas é que o serviço do Xbox integra jogos de seus estúdios ao Game Pass já no lançamento. Essa é uma linha que a Sony não quer cruzar.
“Nós nos mantivemos fiéis à nossa estratégia em todos os aspectos, e não buscamos disponibilizar jogos lançamento no mesmo dia”, afirmou Maguire. Alguns jogos de terceiros até chegam no lançamento à PS Plus, como é o caso de FBC: Firebreak ou Blue Prince.
A dona do PlayStation opta por trazer de quatro a cinco jogos independentes à PS Plus no lançamento, anualmente, e complementar o catálogo com títulos de 12, 18 meses ou mais de mercado. Essa estratégia faz sentido à medida que a Sony ganha uma comissão toda vez que um jogo é comprado na PlayStation Store.
Os serviços por assinatura vêm aumentando os preços constantemente nos últimos anos, inclusive fora do universo dos games. O cenário é ainda mais sensível no Brasil, onde a PS Plus, por exemplo, sofreu um aumento de até 38%, dependendo do plano e da duração da assinatura (mensal ou anual).
Em uma reunião recente com investidores, o CEO da Sony Interactive Entertainment, Hideaki Nishino, revelou que a empresa não descartou novos reajustes de preços.
“O serviço PlayStation Plus oferece um grande valor aos nossos jogadores e continuaremos a adicionar mais valor e a ajustar a estratégia de preços de uma forma dinâmica para maximizar a rentabilidade”, afirmou o executivo.
A pergunta que fica é: ainda vale a pena assinar a PlayStation Plus no Brasil?
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