
Estrelado por Wagner Moura, o longa brasileiro foi ovacionado neste domingo (18) após sua estreia na exibição de gala do Festival de Cinema, onde concorre à Palma de Ouro.
“O Agente Secreto”, filme do diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura, foi aplaudido de pé por dez minutos neste domingo (18), logo após sua estreia na exibição de gala do Festival de Cinema de Cannes, onde concorre à Palma de Ouro. Abraços e beijos entre a equipe do filme marcaram o final da exibição no Grand Théâtre Lumière, enquanto a plateia lotada aplaudia. A projeção terminou com algumas palavras do diretor, que, após agradecer o trabalho de sua equipe, destacou que “alguns dos maiores filmes” que viram no cinema foram vistos justamente nas exibições da tarde de domingo.
Este é o quarto longa-metragem de ficção de Mendonça Filho, que desta vez viaja para o Brasil de 1977, em plena ditadura militar, mas em um momento em que a pressão social começa a deixar os poderosos nervosos. Moura interpreta Marcelo, um pesquisador de tecnologia e professor universitário que foge da tentativa de uma empresa poderosa de comprar à força uma de suas patentes. Ele chega em sua cidade natal, Recife, para buscar seu filho, que está sendo cuidado pelos avós.
O ator tem mais uma performance impecável em um filme povoado por personagens estranhos, momentos tragicômicos e que foi muito bem recebido em Cannes pela crítica internacional, que o descreveu como “desenfreado e emocionante”, segundo a revista “Screen”. Ou mesmo “deslumbrante”, na opinião de “Variety”, que ressaltou que neste drama o diretor brasileiro “revela uma rede de apoio clandestina surpreendente que operava durante a ditadura do país, quando vidas humanas eram consideradas dispensáveis”.
Embora o “Deadline” critique a duração do filme (158 minutos) e considere que seu roteiro seja “às vezes desconexo”, também reconhece que Mendonça Filho “conseguiu infundir estilo e emoção” na narrativa. Uma narrativa enriquecida e encantada pelo carnaval que reina nas ruas do Recife, que contribui para a confusão em que vivem os personagens e reflete o Brasil da época.
E na qual a música também tem um papel importante, com uma mistura espetacular de ritmos carnavalescos e canções americanas da época. Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Robério Diógenes e Udo Kier são alguns dos outros atores que estrelaram o filme, que a equipe apresentará à imprensa nesta segunda-feira, em Cannes.
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