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Manifestantes protestam por direito à moradia em frente ao MPPE, no Centro do Recife

Manifestantes protestam por direito à moradia em frente ao MPPE, no Centro do Recife

06/08/2026 às 17h55
Por: Redação Fonte: Agência Diario de Pernambuco
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Manifestantes protestam por direito à moradia em frente ao MPPE, no Centro do Recife

Manifestantes protestam por direito à moradia em frente ao MPPE, no Centro do Recife.

 

Cerca de 150 pessoas que antes ocupavam o imóvel do antigo prédio do Colégio Americano Batista, no Centro do Recife, cobram moradia ao governo do estado.

Manifestantes do Movimento por Teto, Terra e Trabalho (MTT) ocupam a Avenida Suassuna, no bairro de Santo Amaro, área central do Recife, na tarde desta quinta (6). Cerca de 150 pessoas estão em frente à sede do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para cobrar uma solução para a situação das famílias retiradas da ocupação Papa Francisco, instalada no terreno da antiga Escola Americano Batista.

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Um dos coordenadores do movimento, Davi Lira, afirmou ao Diario de Pernambuco que o ato busca abrir um diálogo com o Governo do estado para garantir uma solução definitiva para as famílias que deixaram a ocupação após a desmobilização da área.

"Direito à moradia não se negocia. É um direito constitucional. A gente não está pedindo esmola, não está pedindo favor. A gente quer que o direito à dignidade, à vida e ao teto seja respeitado", afirmou.

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Os manifestantes reivindicam que a gestão estadual apresente uma proposta de atendimento às famílias e avance nas negociações para garantir o acesso à moradia digna.

“Eu sei que é um direito nosso, um direito do povo ter a moradia própria. Muita gente ainda não tem. Eu mesmo trabalho, mas o meu objetivo é ter a minha casa própria, como todo trabalhador. É um direito de todos, está na Constituição: direito à moradia, alimentação, qualidade de vida, educação, mas é só no papel, na prática fica muito a desejar. Espero uma resposta positiva”, comentou uma das manifestantes, Givanilda Dantas, de 54 anos.

Segundo apuração do Diario, a coordenação do movimento foi recebida por promotores de justiça e representantes do governo, mas nada foi resolvido.

A equipe de reportagem procurou a Companhia Estadual de Habitação (Cehab) e aguarda retorno.

[Esta matéria está em atualização]

 
 
 
 
 
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