
Primeira Turma do STF começa a julgar, nesta terça, denúncia da PGR contra o núcleo central em ação que investiga suposta tentativa de golpe.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga, a partir da manhã desta terça-feira (25/3), se aceita ou rejeita denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Jair Bolsonaro (PL) e mais sete aliados do ex-presidente em ação sobre suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.
O presidente da 1ª Turma, ministro Cristiano Zanin, reservou três sessões para a análise – duas marcadas para esta terça, 25 de março; e sessão extraordinária para as 9h30 de 26 de março.
Nessas datas, os cinco ministros da 1ª Turma vão analisar se tornam réus os integrantes do chamado “Núcleo 1” da denúncia da PGR, que foi fatiada em cinco partes. O núcleo em questão é considerado como “central” da suposta organização criminosa. Ele inclui:
O julgamento acerca do recebimento da denúncia começa com a leitura do relatório pelo relator do caso, ministro Alexandre de Moraes. Em seguida, haverá sustentação oral do procurador-geral da República, Paulo Gonet, com duração de 30 minutos.
As defesas dos oito réus farão sustentação oral, com 15 minutos para cada advogado. Todo esse processo inicial terá duração de 2 horas. Concluída a primeira fase, o relator expõe seu voto a favor ou contra a denúncia da PGR. Esse passo a passo deve ocorrer no primeiro dia de julgamento, nas duas sessões agendadas, com previsão de começar às 9h30 e terminar por volta das 18h, com um intervalo entre as sessões.
No dia 26, na terceira sessão agendada, os outros quatro ministros da 1ª Turma devem votar na ordem do mais novo para o mais velho e, por último, o presidente: Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Caso os ministros votem a favor do recebimento da denúncia, os oito denunciados se tornarão réus.
Se isso ocorrer, serão abertas ações penais contra eles. A fase inicial é a de instrução, quando testemunhas são ouvidas e as provas, colhidas, caso necessário. Só após a instrução, a ampla defesa e o contraditório é que o caso vai ao plenário da turma para ser analisado. Não há prazo previsto para essa etapa.
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