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Campo Grande amplia monitoramento da leishmaniose visceral canina

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) retomou o levantamento sorológico canino para identificar a circulação da leishmaniose visceral em todas as...

Redação
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Campo Grande - MS
09/06/2026 às 16h37
Campo Grande amplia monitoramento da leishmaniose visceral canina
Foto: Reprodução/Prefeitura de Campo Grande - MS

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) retomou o levantamento sorológico canino para identificar a circulação da leishmaniose visceral em todas as regiões da Capital. Coordenada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), a ação prevê a coleta de 7,4 mil amostras de sangue e permitirá mapear a presença da doença, inclusive em animais sem sintomas, fortalecendo as estratégias de prevenção, controle e proteção da saúde da população.

O levantamento faz parte do Plano Municipal de Saúde e prevê a coleta de amostras de sangue de cães distribuídos por todas as regiões da Capital. A iniciativa pretende estimar o percentual de cães infectados pela doença, gerando informações essenciais para fortalecer as ações de prevenção e controle.

Os imóveis participantes são escolhidos por sorteio aleatório, com base em mapas de georreferenciamento. A partir dos resultados, é possível identificar quais áreas apresentam maior circulação da doença e compreender melhor o perfil dos animais afetados, permitindo que o poder público direcione estratégias mais eficazes para conter o avanço da leishmaniose.

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Foto: Reprodução/Prefeitura de Campo Grande - MS
Foto: Reprodução/Prefeitura de Campo Grande - MS

A doença é considerada um importante problema de saúde pública, por afetar cães e também representar risco à população. Por isso, as equipes do CCZ visitam as residências selecionadas, devidamente identificadas com uniforme e crachá, orientam os tutores e realizam a coleta de sangue dos animais para análise laboratorial.

Os exames incluem teste rápido e, em casos positivos, a confirmação é realizada por meio do ELISA (Ensaio Imunoenzimático). De acordo com a coordenadora do CCZ, Cláudia Macedo, o estudo permitirá traçar um panorama mais preciso da atual situação da leishmaniose na Capital e, ela reforça que a participação dos moradores é essencial para o sucesso do levantamento.

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“Conhecer o percentual de cães infectados em cada região é fundamental para entendermos como a doença está se comportando no município. Essas informações vão orientar ações mais estratégicas e eficazes de controle, contribuindo para a proteção dos animais e da população”, destaca Cláudia.

Os trabalhos tiveram início em 4 de maio, com previsão de término até o final de julho. As coletas já foram concluídas nas regiões Norte-Segredo e Oeste-Imbirussu, enquanto as equipes seguem, atualmente, na região Oeste-Lagoa.

Em caso de dúvidas a respeito do estudo, a população pode entrar em contato com o CCZ pelo telefone (67) 3313-5000.

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