
Para incrementar a produtividade e robustecer a qualidade técnica dos laudos periciais emitidos pelo Instituto de Análises e Pesquisas Forenses (IAPF), vinculado à Polícia Científica (PCi), o Laboratório de Toxicologia Forense está recebendo novos equipamentos e tecnologias, visando atualizar o parque analítico de perícias realizadas em amostras biológicas coletadas em local de crime ou ainda de materiais genéticos de pessoas vivas ou mortas em Sergipe. O investimento, orçado em R$ 4 milhões e advindo do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), visa fornecer laudos ainda mais confiáveis em torno de investigações acerca de mortes a esclarecer, intoxicação por uso de substâncias, uso de drogas, violência sexual e acidentes de trânsito.
Conforme o perito criminal Ricardo Leal, os investimentos que estão sendo aplicados no Laboratório de Toxicologia Forense estruturarão ainda mais as análises periciais que já são desenvolvidas pelo IAPF. “Essas novas tecnologias e equipamentos manterão o Laboratório como um dos bem mais estruturados da Região Nordeste, o que é importante para dar uma resposta esclarecedora à sociedade”, evidenciou.
Investimentos
Desde 2014, o Laboratório de Toxicologia Forense vem recebendo investimentos que têm viabilizado tanto a produtividade dos peritos criminais, quanto a qualidade dos laudos emitidos pelo IAPF. “Tivemos a compra de equipamentos que eram muito necessários e, quando o Instituto foi transferido para o SergipeTec, conseguimos estruturar o laboratório para perícias importantes”, relembrou o perito criminal Ricardo Leal.
Reconhecimento
Como resultado desse histórico de investimentos, desde 2015 o IAPF tem recebido peritos criminais de outras unidades da federação para análises de amostras coletadas em cenários de crimes e de mortes dos seus respectivos estados, conforme evidenciou Ricardo Leal. “Tivemos excelentes resultados nos últimos dez anos, o que levou os peritos criminais de outros estados a nos procurarem aqui no IAPF”, enfatizou o perito.
Polícia Científica
A Polícia Científica é a instituição vinculada à Secretaria da Segurança Pública (SSP) responsável por análises, exames e laudos pericias que esclarecem a dinâmica, materialidade e autoria de mortes violentas ou crimes patrimoniais, além de elucidar óbitos que, anteriormente, estavam na condição de ‘morte a esclarecer’. Além do IAPF, a PCi também é composta por mais três institutos: Médico Legal (IML), de Criminalística (IC) e de Identificação Papiloscopista Wendel da Silva Gonzaga (IIWSG).



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