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Lacen identifica circulação do subclado K do vírus Influenza A em Teresina

O Laboratório Central de Saúde Pública do Piauí (Lacen) identificou a circulação do subclado K do vírus Influenza A (H3N2) em amostras coletadas em...

13/05/2026 às 16h35
Por: Redação Fonte: Secom Piauí
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Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Reprodução/Secom Piauí

O Laboratório Central de Saúde Pública do Piauí (Lacen) identificou a circulação do subclado K do vírus Influenza A (H3N2) em amostras coletadas em Teresina. A descoberta foi realizada em parceria com o Instituto Adolfo Lutz, referência nacional em vigilância de vírus respiratórios e Centro Nacional de Influenza.

A identificação ocorreu por meio de ações de vigilância genômica e sequenciamento viral, reforçando o papel estratégico desempenhado pelo Lacen no monitoramento epidemiológico do estado. As amostras analisadas, coletadas em fevereiro de 2026, foram classificadas no grupo genético 3C.2a1b.2a.2a.3a.1, pertencente ao subclado K, linhagem que vem registrando rápida expansão mundial desde o segundo semestre de 2025.

Foto: Reprodução/Secom Piauí
Foto: Reprodução/Secom Piauí
Sede do Lacen (Foto: Arquivo Sesapi)

Os resultados laboratoriais ganham ainda mais relevância diante do aumento recente dos casos de influenza registrados em Teresina, indicando que a predominância dessa linhagem pode estar relacionada ao atual cenário epidemiológico observado na capital.

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“O trabalho realizado pelo Lacen demonstra a importância da vigilância laboratorial contínua e da atuação integrada com instituições de referência nacional. A parceria técnico-científica com o Instituto Adolfo Lutz permite acompanhar em tempo oportuno a evolução genética dos vírus respiratórios e fortalecer as estratégias de prevenção e resposta em saúde pública”, disse o secretário da Saúde do Piauí, Dirceu Campêlo.

Atualmente, o subclado K do vírus Influenza A (H3N2) já corresponde a cerca de 86,8% dos casos recentes de influenza A identificados globalmente, evidenciando sua alta capacidade de disseminação. Apesar disso, até o momento, não há evidências científicas que indiquem maior gravidade clínica ou aumento da mortalidade em comparação com outras linhagens do H3N2 anteriormente circulantes.

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Segundo autoridades sanitárias internacionais, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal preocupação está relacionada à rápida propagação da linhagem e à menor imunidade populacional frente às mudanças antigênicas apresentadas pelo vírus.

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