
Dario Durigan foi convidado para falar ao colegiado sobre impactos econômicos da redução da jornada de trabalho.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa nesta terça-feira de audiência pública na comissão especial do fim da escala 6×1 para tratar dos impactos econômicos da proposta de redução da jornada e da escala de trabalho.
Além de Durigan, também foram convidados o técnico de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Felipe Vella Pateo; o professor do Instituto de Economia da Unicamp e diretor do Centro de Estudos Sindicais e Economia do Trabalho (Cesit), José Dari Krein; e o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibra/FGV), Fernando Holanda Filho.
A reunião está prevista para iniciar às 16h30 e marca a segunda audiência com comparecimento de um ministro do governo Lula (PT). Antes de Durigan, compareceu, na semana passada, o ministro Luiz Marinho, chefe da pasta do Trabalho e Emprego.
Durigan assumiu o comando do Ministério da Fazenda em março deste ano, após o então ministro Fernando Haddad deixar o cargo para disputar o governo de São Paulo nas eleições deste ano. Antes, ele ocupava a secretaria-executiva da pasta e era considerado um dos principais auxiliares de Haddad na condução da política econômica do governo.
A comissão foi instalada no final de abril e teve seu plano de trabalho aprovado com a previsão de votar o relatório final, construído pelo relator Léo Prates (Republicanos-BA), em 26 de maio.
Na reunião desta terça-feira, também está prevista a análise de uma série de requerimentos apresentados por deputados da comissão especial, incluindo pedidos para realização de audiências públicas e seminários em diferentes estados para discutir os impactos econômicos e sociais da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1.
Os requerimentos também incluem convites a representantes de setores produtivos, entidades empresariais, sindicatos e integrantes do governo federal. Há propostas para debates específicos com representantes da indústria, comércio, construção civil, agronegócio, turismo, hotelaria e saúde suplementar.
Também foram apresentados pedidos para convidar o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Fernando Elias Rosa, além de representantes da Zona Franca de Manaus e de entidades empresariais como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
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