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‘Estreitos são artérias do mundo e não estão à venda’, diz ministro francês

‘Estreitos são artérias do mundo e não estão à venda’, diz ministro francês

27/04/2026 às 16h09
Por: Redação Fonte: Estadão Conteúdo
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17 de abril de 2026 - Imagem de satélite mostra tráfego de navios no Estreito de Ormuz. Foto: EUROPEAN UNION/COPERNICUS SENTINEL-2/Handout via REUTERS
17 de abril de 2026 - Imagem de satélite mostra tráfego de navios no Estreito de Ormuz. Foto: EUROPEAN UNION/COPERNICUS SENTINEL-2/Handout via REUTERS

‘Estreitos são artérias do mundo e não estão à venda’, diz ministro francês.

 

O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, argumentou que estreitos não são propriedade de nenhum indivíduo e não podem ser obstruídos.

O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, afirmou que a crise energética e humanitária causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz teve início após “operações lançadas pelos Estados Unidos e Israel sem um objetivo claramente definido, conduzidas de maneira a desrespeitar o direito internacional”.

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Em uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre segurança marítima, Barrot acrescentou, porém, que o Irã agora é responsável pelo que está fazendo com essa via navegável crucial.

“Estreitos são as artérias do mundo. Não são propriedade de nenhum indivíduo. Não estão à venda e, portanto, não podem ser obstruídos por quaisquer obstáculos, pedágios ou subornos, nem pelo Irã, nem por qualquer outra parte, e sob nenhum pretexto”, declarou o francês. Fonte: Associated Press.

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*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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