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Cármen Lúcia defende criação de brigadas eleitorais para candidatas mulheres

Cármen Lúcia defende criação de brigadas eleitorais para candidatas mulheres

27/04/2026 às 09h58
Por: Redação Fonte: Agência Infomoney
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Cármen Lúcia defende criação de brigadas eleitorais para candidatas mulheres

Cármen Lúcia defende criação de brigadas eleitorais para candidatas mulheres.

 

Ministra do STF defendeu que candidatas contém com mesmo efetivo para interromper casos de violência rapidamente para "evitar um pior desfecho".

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, propôs a criação de brigadas eleitorais para candidatas mulheres nas eleições de outubro deste ano. A proposta surgiu durante uma aula magna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, cujo tema foi “Violência contra a mulher: desafios contemporâneos e caminhos para o enfrentamento”.

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“Que nós criemos também brigadas eleitorais para mulheres candidatas, porque, se a gente não criar, teremos cada vez mais violência sendo praticada. Estou propondo até pela minha experiência como presidente do TSE nas eleições de 2024, que a gente comece criando, como temos a brigada Maria da Penha, que é acionada imediatamente para evitar um pior desfecho”, explicou.

Ao abordar o tema, a ministra também defendeu uma mudança cultural para interromper o feminicídio no país e garantir que os direitos fundamentais das mulheres sejam respeitados de forma plena, sem a ameaça constante da violência.

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Cármen não presidirá as eleições deste ano. Em abril, a ministra antecipou a eleição para o novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, que elegeu em votação simbólica o ministro Kassio Nunes Marques, tendo como vice o ministro André Mendonça.

A votação foi simbólica porque a escolha do comando do tribunal é feita por antiguidade entre os ministros que também compõem o STF. Os ministros usaram uma urna eletrônica na votação.

Nunes chega ao comando da Corte eleitoral com um desafio a cumprir: a proposta autoimposta de uma redução da tensão política em meio à crescente polarização entre direita e esquerda nas urnas.

 

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