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Confiança do consumidor na Argentina cai pelo terceiro mês seguido em abril

Confiança do consumidor na Argentina cai pelo terceiro mês seguido em abril

23/04/2026 às 19h12
Por: Redação Fonte: Agência Infomoney
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Confiança do consumidor na Argentina cai pelo terceiro mês seguido em abril

Confiança do consumidor na Argentina cai pelo terceiro mês seguido em abril.

 

Índice calculado pela Universidad Di Tella mostrou queda de 5,7% em março, passando para 39,64 pontos em abril, ante 42,03 em março.

O repique inflacionário na Argentina e momento ruim para o emprego cobraram seu preço no Índice de Confiança do Consumidor de abril, que mostrou queda de 5,7% em março, somando agora três meses seguidos de retração. Segundo a Universidad Di Tella, o ICC ficou em 39,64 pontos em abril, ante 42,03 em março. Na comparação interanual, o índice mostra uma diminuição de 10,12% ante abril de 2025.

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Na semana passada, foi divulgado que índice de preços ao consumidor (IPC) da Argentina avançou 3,4% em março ante fevereiro, acelerando ante os 2,9% observados no mês anterior. Na variação anual, a inflação no país foi de 32,6% em março, pouco abaixo dos 33,1% de fevereiro. A taxa de desemprego no país fechou 2025 em 7,5%, acima da observada ao final do 3° trimestre.

A confiança do consumidor caiu em abril em todas as regiões do país. A queda mais acentuada foi registrada no interior (-10,57%), seguida pela Cidade Autônoma de Buenos Aires (CABA), com -6,69%, e pela Grande Buenos Aires (GBA), com (-1,53%. O Interior continua exibindo o índice mais elevado (45,35 pontos), enquanto a GBA mantém o valor mais baixo entre as três regiões (36,82 pontos).

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Por nível de renda, o ICC registrou quedas mensais em ambos os segmentos. A diminuição foi mais pronunciada entre os lares de baixa renda (-12,60%), enquanto entre os lares de alta renda a contração foi mais moderada (-1,80%). Os lares de alta renda continuam exibindo um índice superior (42,57 pontos) em comparação aos lares de baixa renda (35,50 pontos).

Por subíndices, todos os componentes do ICC mostraram variações mensais negativas. A queda mais intensa foi observada em Bens Duráveis e Imóveis (-9,51%), seguida por Situação Macroeconômica (-4,30%), enquanto Situação Pessoal registrou a redução mais moderada (-3,96%).

Em abril, tanto a avaliação das Condições Presentes (-9,03%) quanto as Expectativas Futuras (-3,30%) registraram quedas.

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