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Caso Isis Emanuelly: IML descarta morte violenta de bebê de Palmeira dos Índios

Apesar de afastar indícios de violência, necropsia não foi conclusiva sobre a causa do óbito e peritos solicitaram exame complementar

22/04/2026 às 22h45
Por: Redação Fonte: Secom Alagoas
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Resultado afasta suspeita de morte violenta do bebê - Ascom Polícia Cientifica
Resultado afasta suspeita de morte violenta do bebê - Ascom Polícia Cientifica
Aarão José / Ascom Polícia Científica

O Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca concluiu, nesta quarta-feira (22), o exame de necropsia no corpo da bebê Isis Emanuelly Conceição Amorim, de quatro meses. O procedimento descartou a ocorrência de morte violenta, afastando a suspeita levantada que havia motivado a abertura de uma investigação policial.

De acordo com os peritos médicos-legistas Felipe Nunes e Edvaldo Castro, a análise técnica não encontrou sinais externos de violência, indícios de asfixia ou qualquer obstrução das vias respiratórias — o que descarta, também, a possibilidade de engasgo com leite. Embora essas hipóteses tenham sido afastadas, o laudo imediato sobre a causa do óbito permanece inconclusivo.

 

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O médico-legista Felipe Nunes explicou que, em crianças com menos de um ano, casos de morte súbita de origem clínica são relativamente comuns. Ele ressaltou, porém, que não foram observados sinais evidentes de cardiopatia no exame macroscópico, embora diversas patologias clínicas possam levar a óbitos súbitos nessa faixa etária.

Para maior precisão científica, foi solicitado exame complementar de toxicologia, que ajudará a identificar se houve alguma causa externa não visível no exame macroscópico. O laudo definitivo, que integrará o inquérito policial, depende agora do resultado do exame complementar, que deve ser emitido nas próximas semanas.

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Entenda o caso

 

A morte de Isis Emanuelly ocorreu dentro da residência da família, no município de Palmeira dos Índios. A bebê chegou a ser levada a uma unidade hospitalar local, onde o óbito foi formalmente constatado.  

Devido à natureza da morte, o protocolo determinou o acionamento da Polícia Civil e o envio do corpo ao IML para uma análise detalhada, uma vez que casos com qualquer suspeita inicial são de responsabilidade da Polícia Científica. Após o procedimento pericial em Arapiraca, que descartou sinais de violência, o corpo foi liberado aos familiares para o sepultamento.

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