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Chefe da autoridade eleitoral do Peru renuncia enquanto apuração eleitoral se arrasta.

Chefe da autoridade eleitoral do Peru renuncia enquanto apuração eleitoral se arrasta.

21/04/2026 às 18h15
Por: Redação Fonte: Reuters
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Chefe da autoridade eleitoral do Peru renuncia enquanto apuração eleitoral se arrasta.

Chefe da autoridade eleitoral do Peru renuncia enquanto apuração eleitoral se arrasta.

 

Chefe da autoridade eleitoral do Peru renuncia enquanto apuração eleitoral se arrasta.

(Reuters) – O ⁠chefe da autoridade eleitoral do ⁠Peru, Piero Corvetto, renunciou ao cargo nesta ‌terça-feira, devido à pressão crescente sobre os resultados das eleições gerais de 12 de ‌abril, que estão muito atrasados.

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Corvetto, que compartilhou sua carta de demissão no X, já havia reconhecido atrasos logísticos no processo eleitoral, mas negou a ocorrência de irregularidades.

Os atrasos na ⁠apuração ‌oficial geraram alegações de fraude por parte ⁠de vários candidatos e pedidos de substituição de Corvetto por parte de líderes empresariais e parlamentares. Os observadores eleitorais da União Europeia disseram na semana passada que ​não encontraram nenhuma evidência de fraude na eleição peruana.

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Na segunda-feira, as autoridades eleitorais do ​Peru começaram a revisar milhares de cédulas contestadas devido a inconsistências, falta de informações ou erros nas folhas de contagem. Isso atrasou ainda mais os resultados finais, ‌sem que nenhum adversário claro ​tenha surgido para enfrentar a líder conservadora Keiko Fujimori em um segundo turno marcado para junho.

O resultado final da ⁠eleição presidencial ​será conhecido ​até 15 de maio, de acordo com o principal órgão ⁠eleitoral do Peru, o ​Júri Nacional de Eleições (JNE).

A apuração oficial dos votos praticamente não mudou desde sexta-feira. Com quase 94% ​das cédulas apuradas, Fujimori estava com cerca de 17% dos votos, de acordo ​com a ⁠ONPE. O congressista de esquerda Roberto Sánchez e o ultraconservador ⁠Rafael López Aliaga permaneciam em uma disputa apertada pelo segundo lugar, com 12,0% e 11,9% dos votos, respectivamente – uma margem de aproximadamente 14.000 votos que continua a flutuar.

(Reportagem de Marco ​Aquino)

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