
Nos últimos dias, Trump intensificou suas críticas a Leão chamando-o de "fraco no combate ao crime e péssimo em política externa".
O presidente Donald Trump (EUA) voltou a provocar o papa Leão XIV na madrugada desta quarta-feira (15). O mandatário americano pediu, de forma irônica, que o pontífice fosse informado das, segundo ele, “42 mil manifestantes inocentes e desarmados” mortos pelo Irã “nos últimos dois meses”.
A declaração adiciona mais um capítulo à briga entre o republicano e o líder da Igreja Católica, iniciada no último domingo (12), após Trump dizer que Prevost deveria “parar de ceder à esquerda radical”.
“Alguém pode dizer para o papa Leão que o Irã matou ao menos 42 mil manifestantes inocentes e desarmados nos últimos dois meses, e que o Irã ter uma bomba nuclear é completamente inaceitável? Agradeço a atenção”, escreveu, continuando com o já tradicional encerramento “os Estados Unidos estão de volta”
Nos últimos dias, Trump intensificou suas críticas a Leão chamando-o de “fraco no combate ao crime e péssimo em política externa”.
O primeiro papa americano da história respondeu: “(Jesus) não escuta as orações daqueles que fazem guerras, mas as rejeita, dizendo: ‘Ainda que façais muitas orações, não ouvirei: as vossas mãos estão cheias de sangue'”, declarou, citando a Bíblia.
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