
Presidente do BC afirma que processo permitiu análise de alternativas de mercado e revela que banco confessou dificuldade após veto à aquisição pelo BRB em 2025
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira, 8, que foi correta a decisão do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de pagar por CDBs vincendos para apoiar o Master. “Esse processo foi importante para que você pudesse esgotar de maneira adequada todo o processo de análise de soluções alternativas de mercado, sem aumentar o tamanho do banco”, disse, em audiência da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado.
Galípolo também relembrou que em setembro de 2025 o próprio Master chegou a entregar uma comunicação onde reconheceu sua dificuldade e propôs sair do mercado. Isso ocorreu depois que o BC negou a proposta de o Banco de Brasília (BRB) adquirir a instituição.
“Mas, ao longo desse processo, aquele passivo que extrapolava o que o FGC conseguia garantir vai consumindo o caixa do banco, até que, no dia da liquidação, o banco tinha em caixa um valor que era 10% do valor de vencimento que ele tinha para pagar naquele dia, efetivamente. E isso gera a liquidação do banco”, disse.
Galípolo também mencionou que a autarquia jamais foi apresentada ou conheceu os supostos investidores árabes alegados pelo Master na época.
Política Em carta aos candidatos, Fenaj pede valorização dos jornalistas
Aleac Edvaldo Magalhães anuncia acordo para votação da LDO e defende inclusão de demandas dos servidores
Aleac Fagner Calegário critica proposta de fim da terceirização e defende manutenção de empregos no Acre Mín. 18° Máx. 30°