
A Prefeitura de Marabá segue acompanhando de perto o andamento dos empreendimentos habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida no município. Na última quarta-feira (1º), uma comissão técnica formada pela Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU), Secretaria de Planejamento (Seplan) e Secretaria de Assistência Social, Proteção e Assuntos Comunitários (Seaspac) realizou visita aos residenciais Alto Bonito 1 e 2, que estão em fase de construção.
Os empreendimentos integram um conjunto de obras que deve ampliar significativamente o acesso à moradia digna na cidade, atendendo famílias que hoje vivem em situação de vulnerabilidade ou dependem de aluguel social.






Mais de mil unidades habitacionais em construção
Durante a vistoria, o superintendente de Desenvolvimento Urbano, Fernando Pacheco, destacou a dimensão do projeto e o impacto que ele terá no município. “Nós temos dois futuros condomínios, Alto Bonito 1 e 2, que totalizam 496 unidades habitacionais. Nós temos mais dois empreendimentos aqui na região, o Parque 1 e 2 e o Mirante do Tauri 1 e 2. Totalizando 1.488 unidades, com previsão de conclusão para dezembro deste ano”, informou o superintendente.


Além do avanço físico das obras, um dos pontos de maior interesse da população é o processo de seleção das famílias que serão contempladas. Segundo o superintendente, a Prefeitura está estruturando um novo modelo de cadastro habitacional.
“Inicialmente estamos fazendo um novo cadastro habitacional do município, sob a responsabilidade da Superintendência de Desenvolvimento Urbano. Esse cadastro vai funcionar de forma online, para dar comodidade à população. Estamos em fase de implantação desse sistema e treinamento da equipe. Os interessados farão o processo da sua casa, do seu celular, do seu computador, e para aquelas pessoas que não tiverem acesso à internet, poderão ir até a SDU para realizar seu cadastro”, explicou.
Fernando Pacheco também explicou os critérios iniciais para participação no programa. “A partir do mês que vem serão abertas as inscrições desse cadastro e, a partir de critérios estabelecidos pelo próprio Ministério das Cidades, ou seja, o primeiro critério de elegibilidade é a renda familiar, a partir de R$ 1.850. Elas precisam estar cadastradas e atualizadas no CadÚnico. Além disso, existem outros critérios que vão ajudar na seleção, na prioridade das famílias, como, por exemplo, termos a mulher como chefe de família, termos crianças na composição familiar, idosos na composição familiar, pessoas negras, vítimas de violência doméstica, entre outros critérios”, esclareceu.
“Tudo está sendo feito dentro do prazo estabelecido, do cronograma que existe, para que, quando as obras estiverem concluídas, as famílias estejam selecionadas e aptas a passar por uma espécie de treinamento social para que elas se adaptem a essa vida em comunidade dentro de um condomínio.”
Planejamento urbano
A implantação de empreendimentos desse porte passa por uma análise criteriosa dentro do Plano Diretor do município. A coordenadora do Plano Diretor, Patrícia Capanema, explicou como ocorre esse processo e a integração entre as secretarias.
“A Seplan foi a secretaria que analisou os projetos dentro do Plano Diretor. Então, o Plano Diretor recebeu esses projetos, fez uma chamada para as demais secretarias, já solicitou que as secretarias fizessem estudos sobre as demandas de áreas institucionais, de creches, de postos de saúde, que viriam a ser demandadas para esse empreendimento.”


A coordenadora também destaca que a coleta de toda a documentação foi realizada, além de projetos executivos, projetos técnicos, licenças ambientais, licenças de segurança foram encaminhadas ao conselho do Plano Diretor, composto por 30 entidades, sendo 15 do órgão público e 15 da sociedade civil. O conselho deliberou e votou a favor do empreendimento.
Impacto social e acesso à moradia
A Secretaria de Assistência Social, Proteção e Assuntos Comunitários também tem papel fundamental no processo, especialmente no que diz respeito ao Cadastro Único e ao atendimento das famílias que poderão ser beneficiadas.
A titular da Seaspac, Mônica Thompson, reforçou a importância da atualização cadastral para os interessados em pleitear o acesso à moradia.
“A nossa participação é com relação aos cadastros únicos, que deverão estar atualizados. Todos os interessados devem estar com o seu cadastro atualizado. E esse cadastro é atualizado a cada dois anos, então não há necessidade de, neste momento, as pessoas procurarem os CRAS para que possam estar fazendo esse cadastro, porque muitos desses interessados já estão com o seu cadastro atualizado. E, mesmo que não tenha atualizado, o período da atualização já foi encerrado”, informou a secretária.


Quanto ao impacto social, Mônica Thompson evidenciou a importância de um empreendimento dessa magnitude na cidade de Marabá. “Vai desafogar muitas pessoas que não têm residência própria, que vivem do aluguel social. Um empreendimento desse vai favorecer muitas das nossas políticas de assistência social, dando dignidade às pessoas, moradia digna e fazendo com que essas pessoas, de fato, sejam contempladas.”
A visita técnica destaca o compromisso da gestão municipal com o acompanhamento das obras e a organização dos processos que envolvem desde a aprovação dos projetos até a seleção das famílias.
Com previsão de conclusão ainda este ano, os empreendimentos do Minha Casa Minha Vida em Marabá representam um avanço significativo na política habitacional do município, ampliando o acesso à moradia e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população.

Texto: Derik Lopes
Fotos: Sara Lopes
Fotos Drone: Sérgio Barros
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