
Declarações de Trump fizeram ontem com que mercados aumentassem apetite ao risco.
O andamento da guerra no Oriente Médio, com o Irã lançando mísseis contra Israel e negando estar em negociações com os EUA, dava força ao dólar ante as demais divisas de países emergentes nesta manhã de terça-feira, incluindo o real.
Investidores no Brasil também digerem a divulgação da ata do último encontro de política monetária do Banco Central, em busca de pistas sobre o que a instituição fará com a taxa básica Selic nos próximos meses.
Com o petróleo novamente em alta no exterior, às 9h11 o dólar à vista subia 0,42%, aos R$5,2638 na venda.
Na B3, o contrato de dólar futuro para abril — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — tinha elevação de 0,53%, aos R$5,2745.
Na segunda-feira, o dólar à vista fechou o dia em baixa de 1,33%, aos R$5,2418.
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