
Vinicius Carvalho (PL-SP), foi um dos quatro presos em flagrante pela Polícia Federal no Recife após o saque de R$ 2,7 milhões em espécie.
O secretário parlamentar Fernando José Palma Sampaio, assessor do deputado federal Vinicius Carvalho (PL-SP), foi um dos quatro presos em flagrante pela Polícia Federal no Recife após o saque de R$ 2,7 milhões em espécie.
O grupo é suspeito de lavagem de dinheiro e foi preso em uma agência bancária no centro da capital pernambucana.
Além de Fernando José Palma, foram presos Luiz Henrique de Albuquerque Bueno, Tiago Galve dos Santos e Tales Mariano Carvalho da Silva.
O valor foi sacado por um dos quatro e seria entregue aos outros três, que chegaram ao Recife pouco tempo antes do fato, em um jatinho particular.
Segundo o painel da transparência da Câmara dos Deputados, Fernando José Palma Sampaio recebia uma remuneração líquida de R$ 9.306,76 por mês, além de um bônus mensal no valor de R$ 1.784,42.
Exonerado
O advogado Antonio Belarmino Jr, que representa o deputado Vinícius Carvalho, disse que o parlamentar não tinha conhecimento de "quaisquer condutas investigadas" e exonerou o secretário.
"Conforme consta do próprio termo de declarações prestado pelo assessor, restou expressamente consignado que o parlamentar não tinha conhecimento dos deslocamentos, tampouco de quaisquer condutas investigadas, inexistindo qualquer relação entre o deputado e os eventos sob apuração", disse o advogado na nota.
"No mesmo sentido, a manifestação do Ministério Público Federal reconhece que não há elementos que indiquem envolvimento do parlamentar. Diante dos fatos, foi determinada a imediata exoneração do assessor", acrescentou.
Liberdade provisória
A Justiça Federal concedeu liberdade provisória aos quatro. O juiz Francisco Antônio de Barros e Silva Neto aplicou aos suspeitos a proibição de acesso a órgãos públicos, exceto Fernando José Palma Sampaio, pelo cargo de assessor parlamentar. Fernando foi exonerado após o caso vir à tona.
Além disso, os investigados não poderão manter contato entre si nem com eventuais testemunhas, e estão proibidos de saírem do país. Eles terão, também, que entregar os passaportes, no prazo de setenta e duas horas, à Polícia Federal.
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