
O líder iraniano classificou o episódio como um "assassinato covarde" e afirmou que a morte colocou o país em luto.
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, confirmou nesta quarta-feira, 18, a morte do ministro da Inteligência do país, Esmail Khatib, após ataques atribuídos a Israel. O líder iraniano classificou o episódio como um “assassinato covarde” e afirmou que a morte colocou o país em luto.
“Estou certo de que seu caminho continuará com mais determinação do que nunca”, disse na publicação.
A morte de chefe da Inteligência amplia a escalada, após ataques que já tinham matado outros altos funcionários do regime iraniano.
A ofensiva ocorre na esteira de bombardeios israelenses que já haviam matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, e Gholamreza Soleimani, comandante de uma milícia alinhada à Guarda Revolucionária.
Do lado israelense, o ministro da Defesa, Israel Katz, afirmou que as forças do país foram responsáveis pela morte de Khatib. “Na noite passada, o ministro da Inteligência do Irã também foi eliminado”, disse, em comunicado.
A guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã entrou no 19º dia e matou pelo menos 1.300 pessoas no Irã, mais de 900 no Líbano e 14 em Israel, segundo autoridades desses países. Os militares dos EUA afirmam que 13 militares americanos foram mortos e cerca de 200 ficaram feridos.
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