
Claudio Augusto dos Santos, o Jiló, comandava o Morro dos Prazeres.
Após a morte de Claudio Augusto dos Santos, o Jiló, apontado como chefe do tráfico no Morro dos Prazeres, uma série de ações criminosas tomaram ruas da região central do Rio. Na Avenida Paulo de Frontin, no Rio Comprido, um ônibus foi incendiado. Outros foram sequestrados e usados como bloqueios.
Desde o início da manhã, policiais militares fazem uma operação nas comunidades Prazeres, Fallet, Fogueteiro, Coroa, Escondidinho e Paula Ramos.
O Rio Ônibus informou que quatro ônibus tiveram suas chaves retiradas e foram usados como barricadas no Rio Comprido. No momento, quatro linhas estão sofrendo desvios de itinerário.
Ônibus atravessados
A72088 – 410 Saens Pena x Gávea
A72034 – 410 Saens Pena x Gávea
A48062 – 202 Rio Comprido x Castelo
A48046 – 202 Rio Comprido x Castelo
Linhas impactadas
201 Santa Alexandrina x Castelo
202 Rio Comprido x Castelo
410 Saens Pena x Gávea
133 Largo do Machado x Terminal Gentileza
Moradores relatam que o confronto nas comunidades onde a PM atua começou por volta das 5h. O Centro de Operações e Resiliência (COR), da prefeitura, alertou que há interdições nas ruas Itapiru, no Catumbi, e Barão de Petrópolis e Estrela e Avenida Paula de Frontin, no Rio Comprido. Segundo relatos em redes sociais, fogo está sendo ateado em entulhos jogados nas vias.
De acordo com a Polícia Militar, mais de 150 agentes participam da operação, com o apoio de 14 viaturas e dois veículos blindados. A ação conta com apoio de policiais do 5º BPM (Praça da Harmonia) e baseia-se em informações da Subsecretaria de Inteligência da PM.
Por causa da operação, sete escolas da rede municipal suspenderam as atividades — três no Fallet-Fogueteiro, duas na Coroa, uma no Escondidinho e uma nos Prazeres. A Secretaria municipal de Saúde informou que uma unidade de Atenção Primária não está funcionando. Outras três mantêm o atendimento, mas sem realizar atividades externas, como as visitas domiciliares.
Claudio Augusto dos Santos, o Jiló, começou a colecionar anotações criminais na década de 1990. Entre os crimes estão tráfico de drogas, homicídio, sequestro, cárcere privado e roubo. Contra ele, havia 10 mandados de prisão em aberto.
Jiló é apontado como envolvido na morte do turista italiano Roberto Bardella, de 52 anos, em dezembro de 2016. Na ocasião, o estrangeiro e um primo, cada um numa moto, e entraram no Morro dos Prazeres por engano. Bardella morreu na hora. O corpo dele foi colocado na mala de um carro, onde o primo foi obrigado a entrar. O veículo circulou por cerca de duas horas pela comunidade, até o tráfico mandar que ele fosse liberado.
De acordo com a polícia, Jiló havia saído da cadeia 30 dias antes de se envolver na morte de Bardella. Ele havia sido preso em 1990 e recebeu uma progressão de pena.
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