
A recente decisão dos Estados Unidos de taxar a importação de aço e alumínio, anunciada em 13 de fevereiro, reacendeu o debate sobre os impactos no mercado global e quais serão os próximos passos para a indústria. Enquanto esse cenário se desenrola, a Hoff Analytics utiliza sua inteligência de dados para monitorar o mercado interno do aço e projeta que ele tem potencial para manter-se aquecido.
De acordo com dados do Instituto Aço Brasil, divulgados pela Agência Brasil, a produção de aço bruto no país registrou um crescimento de 5,6% no último ano, impulsionada, entre outros fatores, pelo setor da construção civil. O levantamento compara a produção entre janeiro e novembro de 2024 com o mesmo período de 2023. Para Wesley Bichoff, fundador da Hoff Analytics, a melhor estratégia para a indústria do aço em 2025 é adotar uma abordagem baseada em dados, aproveitando o potencial do mercado interno.
Outro fator a ser considerado é o possível impacto da taxação americana no preço do aço no Brasil, que pode levar a uma maior oferta interna e mudanças na dinâmica do setor. Nesse contexto, Wesley destaca a importância da inteligência de dados na análise de mercado e projeções de consumo, permitindo que as empresas identifiquem oportunidades e tomem decisões estratégicas.
"O conhecimento é um diferencial essencial neste momento. A inteligência de dados se torna indispensável, principalmente diante do possível aumento da oferta de aço no país. A Hoff Analytics processa vastas quantidades de informações e permite segmentação por região, cidade, tipo de aço e tipo de construção, além de projetar o consumo do material para complementar ferramentas internas e otimizar a análise estratégica”, explica Wesley.
Embora haja projeções otimistas, alguns estudos indicam que a produção e as vendas podem sofrer uma retração em 2025. Wesley ressalta que a projeção de consumo já se mostrou uma ferramenta essencial para o setor e apresenta um exemplo prático de aplicação dessa estratégia.
"Por meio da inteligência de dados, é possível desenvolver uma esteira de projeção de demanda de aços, permitindo que as empresas se antecipem às necessidades do mercado. Em tempos de incerteza, investir em tecnologia baseada em dados demonstra eficácia e pode ser um diferencial competitivo”, afirma Wesley.
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