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Eliminada do BBB 26 revela diagnóstico de câncer após contrair vírus de doença sexualmente transmissível: “o que mais mata”

Eliminada do BBB 26 revela diagnóstico de câncer após contrair vírus de doença sexualmente transmissível: “o que mais mata”

04/03/2026 às 10h45
Por: Redação Fonte: Agencia Bnews
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Eliminada do BBB 26 revela diagnóstico de câncer após contrair vírus de doença sexualmente transmissível: “o que mais mata”

Eliminada do BBB 26 revela diagnóstico de câncer após contrair vírus de doença sexualmente transmissível: "o que mais mata".

 

primeira participante a deixar o BBB 26, Aline Campos, surpreendeu ao tornar público um problema de saúde enfrentado longe das câmeras. A ex-sister contou que foi diagnosticada com uma lesão pré-cancerígena provocada pelo HPV, vírus sexualmente transmissível associado ao câncer do colo do útero.

Segundo Aline, a descoberta aconteceu durante exames de rotina. Adepta de hábitos saudáveis, ela afirmou que sempre manteve acompanhamento médico regular — fator decisivo para identificar o problema precocemente. Após o diagnóstico, passou por cirurgia e, atualmente, não apresenta mais sinais da lesão.

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Em entrevista à revista Quem, a ex-BBB reforçou o alerta sobre a gravidade da doença. “O câncer de colo do útero é o que mais mata mulheres até 35 anos, mais até do que o de mama”, destacou. Para ela, o tabu em torno do tema ainda impede muitas mulheres de buscar informação e prevenção.

 
 
 
 
 
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Aline integra a campanha Março Lilás, voltada à conscientização sobre o câncer do colo do útero, e ressaltou que quase todos os casos da doença estão relacionados ao HPV. “Existe prevenção e existem exames que podem detectar cedo. Se você descobre no início, consegue tratar”, afirmou.

A influenciadora também chamou atenção para a vacinação, disponível gratuitamente no SUS para meninas e meninos dentro da faixa etária recomendada. “Eu me vacinei e vacinei meu filho. Não é um assunto só de mulher adulta. As crianças também precisam estar protegidas”, pontuou.

De acordo com ela, o HPV é mais comum do que muitos imaginam. Pessoas sexualmente ativas, em algum momento da vida, podem ter contato com o vírus — o que torna o acompanhamento médico ainda mais essencial.

Ao relembrar o período do tratamento, Aline disse que o desfecho positivo só foi possível porque não negligenciou os exames preventivos. “Fiz a cirurgia, deu tudo certo, e hoje o vírus não é mais detectado no meu corpo”, contou.

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