
O Rio Grande do Sul mudou o padrão das obras em escolas estaduais, focando em recuperações completas e não só reparos pontuais. Esse princípio, executado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Obras Públicas (SOP), acompanha a retomada de investimentos nos reparos e construções na Rede Estadual de Ensino realizadas desde 2023, no início do segundo mandato do governador Eduardo Leite.
Em 2025, o valor médio investido por escola foi cerca de quatro vezes maior do que em 2023, passando de R$ 285,7 mil para R$ 1,2 milhão. O crescimento vem de duas fontes: o aumento nos recursos destinados para as obras, que somam R$ 623,9 milhões desde 2023, entre trabalhos concluídos e em andamento, e a determinação de ver a escola como um todo, requalificando completamente os prédios.

“Durante tempo demais as escolas gaúchas viveram de remendos. Isso não era suficiente: resolvia-se uma questão, mas apareciam outras. Era uma sequência infinita de trabalhos insuficientes. Agora, estamos resolvendo de verdade os problemas dos prédios da educação. Eles são analisados como um todo e avaliamos tudo o que precisa ser feito, desde as miudezas até a transformação completa das instalações. É por isso que a média de recursos destinado a cada instituição aumentou significativamente”, comentou a secretária de Obras Públicas, Izabel Matte.
A mudança de cenário mostra que o Rio Grande do Sul está diferente. Antes, os prédios deteriorados das escolas refletiam a falta de investimentos do governo. Agora, após a recuperação da capacidade de investimento promovida pelo governador Eduardo Leite, a Rede Estadual de Educação está recuperando a qualidade necessária para seu pleno funcionamento.

Investimentos maiores e prazos menores
A meta do governo Leite é entregar espaços funcionais e acolhedores, garantindo o futuro de estudantes, professores e da sociedade gaúcha. Para isso, na atual gestão foram repensados os processos internos da SOP e implementadas formas inovadoras de construção e de contratação de obras. Assim, foi possível destravar as melhorias nas escolas.
Entre intervenções iniciadas e concluídas, o Estado passou de R$ 81 milhões investidos em 2023 para R$ 447,6 milhões em 2025, montante mais de cinco vezes superior. Outra melhoria foi no tempo entre a solicitação da demanda pela escola e o efetivo início dos trabalhos, que chegava a superar mil dias em 2019 e caiu para cerca de 90.

Dessa forma, a lista de escolas que passam por uma recuperação geral cresce. São, por exemplo, R$ 3 milhões investidos no Instituto de Educação (IE) Oswaldo Aranha, em Alegrete, R$ 1 milhão no Colégio Estadual Ângelo Mônaco, em Fagundes Varela, R$ 5 milhões no IE Doutor Carlos Chagas, em Canoas, ou R$ 2,2 milhões no Colégio Estadual Técnico Doutor Zeno Pereira Luz, em Encruzilhada do Sul.
“Nós sabemos que um ambiente qualificado é essencial para o desenvolvimento do aluno e até para garantir sua permanência na escola. Isso não se faz com reparos paliativos: é preciso mudar a realidade da Rede Estadual de Ensino. Com um planejamento efetivo, estamos fazendo isso e deixando um legado de eficiência para o futuro do Rio Grande do Sul”, afirmou Izabel.

Texto: Ariel Engster/Ascom SOP
Edição: Secom
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