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UE deve simplificar regulamentação para competir com EUA e China, diz Von der Leyen

UE deve simplificar regulamentação para competir com EUA e China, diz Von der Leyen

11/02/2026 às 12h07
Por: Redação Fonte: Reuters
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UE deve simplificar regulamentação para competir com EUA e China, diz Von der Leyen

UE deve simplificar regulamentação para competir com EUA e China, diz Von der Leyen.

 

Presidente da Comissão Europeia defende unificação do mercado de capitais e menos burocracia.

ANTUÉRPIA/BRUXELAS, 11 Fev (Reuters) – A União Europeia deve simplificar ⁠seus regulamentos para tornar o bloco mais competitivo em ‌relação a países como os Estados Unidos e a China, afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, ‌antes das cúpulas de líderes políticos e empresariais da UE.

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O crescimento da UE tem sido persistentemente inferior ao dos Estados Unidos nas últimas duas décadas, com a produtividade e a inovação da UE, particularmente em áreas como a inteligência artificial, ⁠ficando ‌aquém do esperado.

‘Deixem-me voltar ao exemplo dos EUA. Um ⁠sistema financeiro, uma capital financeira’, afirmou von der Leyen nesta quarta-feira. ‘Aqui na Europa, não temos apenas 27 sistemas financeiros diferentes, cada um com o seu próprio supervisor. Temos também mais de 300 plataformas de negociação em toda a ​União. Isso é fragmentação em grande escala. Precisamos de um mercado de capitais grande, profundo e líquido.’

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Antes de ​os líderes da UE se reunirem em um castelo belga na quinta-feira para discutir como podem competir economicamente com a China e os EUA, à medida que a ordem mundial baseada em regras se desintegra, alguns líderes, incluindo ‌o presidente da França, Emmanuel Macron, e ​o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, se reunirão nesta quarta-feira com chefes de empresas para uma cúpula da indústria para ouvir as demandas das empresas ⁠europeias.

Empresas como a ​maior siderúrgica da ​Europa, ArcelorMittal, a empresa de materiais de construção Heidelberg Materials e o grupo ⁠químico Solvay defenderão uma ação mais ​forte da UE para conter o declínio industrial.

Entre as solicitações dos líderes empresariais estão que a UE lide com os altos preços ​da energia na Europa e intervenha para estimular a demanda por produtos de baixo carbono.

‘O lado positivo ​dos problemas europeus ⁠é que a Europa poderia realmente resolvê-los sozinha, se quisesse. Porque muito tem ⁠a ver com flexibilidade, menos burocracia, leis trabalhistas mais flexíveis’, disse o presidente-executivo da Siemens Energy, Christian Bruch, à Reuters.

(Reportagem adicional de Lili Bayer, Sudip Kar-Gupta, Julia Payne, Jan Strupczewski e A Lennon, em Bruxelas, e Sarah Marsh e Christoph Steitz, em ​Berlim)

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