
Andrei Rodrigues afirma que inquéritos têm foco definido no STF e na primeira instância, sem descartar nenhuma hipótese nem ignorar achados paralelos.
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira que as investigações sobre o caso Master caminham para a elaboração de um relatório final. A declaração foi dada durante entrevista coletiva, na qual ele destacou que os inquéritos em andamento têm objeto definido e seguem sem descartar nenhuma hipótese.
O inquérito sobre fraudes do Banco Master tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Dias Toffoli. No dia 16 de janeiro, ele deu mais 60 dias para que a PF conclua a investigação deste inquérito principal, o que seria em março.
O diretor-geral afirmou que atualmente há um foco “muito claro” nos inquéritos em andamento envolvendo o caso Master, tanto no Supremo Tribunal Federal (STF) quanto em primeira instância. Segundo ele, as investigações não têm como objetivo “voltar no tempo para entender o que houve” , mas avançar a partir de um objeto delimitado.
— Estamos caminhando para um relatório final e dando encaminhamento a todos os achados, sem descartar nenhuma hipótese — afirmou Andrei.
Ele acrescentou que a estratégia da Polícia Federal tem sido evitar a dispersão do foco principal da investigação, ainda que outros elementos tenham surgido ao longo do trabalho. De acordo com o diretor-geral, eventuais achados paralelos não serão ignorados.
— Procuramos não poluir o objeto principal com outros achados, mas não vamos descartar nenhum achado — disse.
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