
Baleia Rossi se reuniu com o governador de São Paulo e afirmou que a conversa reforçou a parceria entre o MDB e o governo paulista.
O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, reuniu-se na noite de segunda-feira, 9, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo. Em publicação nas redes sociais nesta terça-feira, 10, Rossi afirmou que a conversa reforçou a parceria entre o MDB e o governo paulista, firmada há quatro anos. Segundo ele, a relação é marcada por “lealdade e respeito”.
“Estive ontem à noite com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Falamos sobre o cenário eleitoral no Brasil e em São Paulo, onde o MDB vai reforçar sua parceria firmada há quatro anos, que (tem) sido marcada por lealdade e respeito mútuo”, escreveu o dirigente em seu perfil no X.
O encontro ocorre em meio a negociações de bastidores entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o MDB sobre a possibilidade de indicação de um nome da sigla para a vaga de vice-presidente na chapa à reeleição, em outubro. Integrantes da legenda negam que o tema esteja em discussão formal no partido.
Em São Paulo, o MDB é comandado pelo prefeito da capital, Ricardo Nunes, aliado de Tarcísio e que contou com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em sua campanha à reeleição em 2024. No plano nacional, a sigla ainda não definiu se terá candidatura própria à Presidência, se apoiará outro nome ou se adotará uma posição de neutralidade na disputa.
Mais cedo, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que caberá ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) decidir entre tentar a reeleição ao cargo ou disputar novamente o governo de São Paulo. Publicamente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), também tem sido pressionado por aliados a voltar à disputa pelo Palácio dos Bandeirantes.
Apesar de manter quadros alinhados ao Palácio do Planalto, como o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, o MDB abriga diferentes correntes internas e tem ampliado alianças regionais que não passam pelo PT, especialmente em Estados governados por partidos do campo do centro e da direita.
Nesse contexto, Lula e dirigentes do PT avaliam a possibilidade de estimular uma candidatura de Tebet ao Senado ou ao governo de São Paulo, sob a avaliação de que seu nome poderia fortalecer o palanque do presidente no maior colégio eleitoral do País. A ministra, no entanto, construiu sua trajetória política no Mato Grosso do Sul.
A última vez em que PT e MDB estiveram juntos de forma estruturada na Presidência da República foi durante os governos da ex-presidente Dilma Rousseff, entre 2011 e 2016. À época, o MDB – então PMDB – integrou a coalizão governista e indicou o vice-presidente Michel Temer, compondo a chapa vencedora nas eleições de 2010 e 2014.
A aliança foi rompida em 2016, quando o MDB desembarcou do governo e passou a apoiar o processo de impeachment de Dilma no Congresso. Desde então, as duas siglas não voltaram a formar uma coalizão nacional nos mesmos moldes, apesar de o atual governo do presidente Lula contar com três emedebistas na Esplanada e manter negociações pontuais com o partido.
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