Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revisou ligeiramente para baixo sua projeção para o crescimento econômico em 2026.
O dólar iniciou a sexta-feira em baixa ante o real, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, enquanto no Brasil o mercado digere projeções econômicas divulgadas nesta manhã pelo Ministério da Fazenda.
Às 9h08, o dólar à vista BRBY caía 0,42%, aos R$5,2319 na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro para março DOLc1 — atualmente o mais líquido no Brasil — cedia 0,83%, aos R$5,2550.
Na quinta-feira, o dólar fechou cotado a R$5,2540, em alta de 0,07%.
Às 11h30, o Banco Central realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de março.
As preocupações em torno dos impactos da inteligência artificial sobre vários setores da economia seguiam permeando os negócios nesta sexta-feira, mas o mercado de ações europeu mostrava alguma força nesta manhã.
Já o dólar cedia ante a libra e o euro, além de sustentar quedas firmes em relação a pares do real como o rand sul-africano, o peso mexicano e o peso chileno.
No Brasil, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda revisou ligeiramente para baixo, nesta sexta-feira, sua projeção para o crescimento econômico em 2026, revendo para cima a estimativa para a inflação ao consumidor no ano.
Relatório da SPE projetou a alta do PIB neste ano em 2,3%, abaixo dos 2,4% estimados em novembro. A pasta ainda elevou de 2,2% para 2,3% a previsão de crescimento da atividade em 2025, dado que será oficializado pelo IBGE apenas em março.
No campo geopolítico, seguem no radar as notícias envolvendo as negociações entre Estados Unidos e Irã, que chegaram a ser canceladas e posteriormente retomadas. O acordo prevê a realização de uma reunião em Omã na sexta-feira. Nesse contexto, os contratos futuros de petróleo devolvem os ganhos da sessão anterior, com o Brent sendo negociado a USD 68,42 por barril, em queda de 1,5%.
(Com Reuters)