
A proposta de um candidato republicano ao governo da Flórida (EUA) gerou controvérsia e colocou em pauta o debate sobre a liberdade de expressão e a indústria de conteúdo adulto. James Fishback, político conservador, anunciou sua intenção de implementar o chamado "Imposto do Pecado", que taxaria em 50% os rendimentos de criadores de conteúdo em plataformas +18, como o OnlyFans..
A ideia foi amplamente criticada, com destaque para a reação de Sophie Rain, uma das maiores produtoras da plataforma e conhecida por seus rendimentos milionários.
O que aconteceu?
Fishback, que é novato na política e CEO de uma empresa de investimentos na Flórida, justificou sua proposta afirmando que a medida ajudaria a "desincentivar" a indústria pornográfica. Além de taxar os criadores de conteúdo, a proposta também visaria penalizar os consumidores desses serviços.
Segundo Fishback, o imposto teria o objetivo de "proteger a sociedade" de influências negativas, como ele descreveu.
"Não quero que mulheres jovens, que poderiam ser mães criando famílias e educando filhos, vendam seus corpos para homens doentes on-line. E não quero que homens jovens e impressionáveis, que seguem a fé cristã, sejam influenciados e levados à luxúria, e que tenham seus cérebros completamente reprogramados."
A proposta gerou uma onda de reações, sendo uma das mais fortes a de Sophie Rain, que não poupou palavras ao criticar a ideia. A produtora, que entre 2023 e 2025 afirma ter faturado US$ 95 milhões (aproximadamente R$ 510 milhões) com seu conteúdo, classificou a proposta como "a coisa mais estúpida que já ouviu".
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Sophie defendeu ainda que sua participação no OnlyFans é uma escolha pessoal e que a taxação severa não deveria ser aplicada a quem faz desse trabalho uma profissão legítima e rentável.
"Acho que a pior parte dessa situação é que as pessoas que fazem esse trabalho são generalizadas como milionárias, quando a maioria dos criadores nessa plataforma mal consegue sobreviver. Espero que, ao falar sobre isso, as pessoas vejam o que os políticos são capazes de fazer para conquistar a opinião pública, sem perceberem o dano real que isso causa, principalmente porque tenho a possibilidade de me mudar se precisar".
Fishback, que se apresenta como um político de valores conservadores, ainda argumentou que a medida visa proteger os valores familiares, algo que gerou reações mistas tanto entre defensores quanto críticos da proposta.
A reação do setor
A indústria de conteúdo adulto tem sido alvo de diversas tentativas de regulação e censura nos últimos anos, principalmente por figuras políticas conservadoras. A proposta de Fishback é apenas a mais recente de uma série de iniciativas semelhantes que buscam restringir a liberdade de criação e consumo desse tipo de conteúdo.
O projeto, caso seja aprovado, representaria uma mudança significativa no setor e afetaria não apenas os criadores, mas também os consumidores dessas plataformas.
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