Patrick Allan e Willian Júnior disputam posição no Tricolor. O primeiro foi titular diante do Decisão.
Se tem algo que deixa o técnico Marcelo Cabo satisfeito no elenco do Santa Cruz são as opções para o setor de criação no meio-campo. Patrick Allan e Willian Júnior ganharam elogios do treinador. O primeiro foi titular diante do Decisão, na vitória por 3x0. O outro foi acionado no decorrer do confronto.
“Patrick é um 10 cerebral. Estou satisfeito porque tenho um camisa 10 cerebral e outro muito intenso, que é Willian Júnior, que é muito dinâmico. Isso é montagem de elenco, ver qual peça se encaixa no desenho do jogo, se é preciso de um cara mais cerebral ou intenso”, iniciou.
“Os dois têm bola parada. Estamos bem servidos. A escolha do Patrick foi estudada por nós da comissão técnica e diretoria. Precisávamos de um camisa 10 a contraponto de Willian Júnior. Ele já vem se destacando na pré-temporada e não é só bom jogador dentro de campo: é um atleta na concepção da palavra. Um cara concentrado, baita profissional no dia a dia. Não ficou fora um minuto da pré-temporada. Estou feliz que fomos assertivos na escolha do perfil de atletas, do comportamento que queremos”, completou.
Patrick Allan estava no Náutico na temporada passada e chegou ao Santa para disputar posição com Willian Júnior, remanescente de 2025. Patrick saiu na frente na briga pela titularidade. No lance do terceiro gol, foi dele a cobrança de falta que terminou com o desvio do jogador do Decisão. Antes, o meia deu o passe para Renato, que terminou derrubado na área. Penalidade que Quirino cobrou para deixar o dele na partida.
O próximo confronto do Santa Cruz é quarta-feira (14), contra o Maguary, no Arthur Tavares. Depois, o time encara o Vitória, sábado (17), na Arena de Pernambuco. Três duelos em um intervalo de uma semana.
“Jogaremos três jogos em seis dias. Isso aí é uma coisa que estamos atentos. A tabela não foi legal para nós. Maguary jogou na sexta e agora vai quarta. Nós jogamos hoje (domingo), vamos jogar quarta e sábado. Ter três jogos em seis dias, sendo o segundo com uma viagem, jogando às 15h. Mas não adianta reclamar, é preciso se adaptar. Na recuperação, eles levam vantagem, mas não podemos usar isso como bengala”, frisou o treinador.