
A Polícia Civil investiga um caso de estelionato envolvendo a negociação de um veículo de alto valor em Campo Grande. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC/CEPOL). Segundo o boletim de ocorrência, a vítima anunciou um avaliado em R$ 170 mil para venda em uma rede social.
Após o anúncio, ela foi contatada por um homem identificado pelas iniciais J., que se apresentou como funcionário de uma empresa do ramo de comercialização de veículos. O intermediador retirou o automóvel sob o pretexto de realizar vistoria cautelar, lavagem, produção de material de divulgação e apresentação a possíveis compradores, mas o veículo não foi devolvido à proprietária.
Posteriormente, a vítima foi informada de que o carro teria sido negociado com um suposto empresário do interior do Estado, passando a tratativa a ser conduzida pelo proprietário da empresa, identificado pelas iniciais H. S. R. (31). Foi elaborado um contrato de compra e venda, com previsão de pagamento de 10% do valor na assinatura e o restante em até 15 dias, por meio de carta de crédito ou consórcio. No entanto, nenhum valor foi repassado à vítima, e diferentes justificativas passaram a ser apresentadas para o atraso.
A situação se agravou quando a proprietária constatou que o veículo estava anunciado em outro estabelecimento comercial, já constando como supostamente vendido para um terceiro, o que levantou suspeitas de fraude.
Recuperação do veículo
Em complemento às diligências, na data de ontem (26), a vítima apresentou à Polícia Civil a localização do automóvel por meio de rastreamento por GPS. De imediato, uma equipe policial foi designada para averiguação e localizou o veículo no interior de um estabelecimento comercial, onde, sendo franqueada a entrada no estabelecimento, foi recuperado e apreendido.
O responsável pelo local, apontado preliminarmente como terceiro de boa-fé, foi comunicado dos fatos e se comprometeu a comparecer à Delegacia para prestar esclarecimentos. O veículo permanece apreendido e à disposição da Justiça.
A Polícia Civil informou ainda que há outro registro criminal em desfavor de H. S. R., registrado no início de dezembro deste ano na 1ª Delegacia de Polícia de Coxim, o que pode indicar reiteração da prática criminosa. As investigações seguem em andamento para esclarecimento completo dos fatos e eventual responsabilização dos envolvidos.
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