
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado todo ano pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Por recomendação da relatora , deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19 , do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O original previa um piso de R$ 4,2 mil.
“O aumento nas despesas públicas deverá girar em torno de R$ 883,6 milhões, levando-se em conta a gratificação natalina, o adicional de férias e a contribuição patronal”, explicou Laura Carneiro, com base em dados oficiais do governo.
Atualmente, são cerca de 242 mil profissionais registrados, segundo o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, observou Célio Studart, na justificativa que acompanha a versão original.
Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Câmara Projeto de lei estabelece regras para combater o ódio contra mulheres na internet
Câmara Projeto obriga órgãos federais a publicarem dados sobre perfil racial de servidores e ações afirmativas
Câmara Projeto cria sistema nacional para monitorar cancelamento de assinaturas
Câmara Projeto prevê infraestrutura básica para populações tradicionais em unidades de conservação
Câmara Comissão debate com ministro Luiz Marinho fim da escala 6x1 e redução da jornada de trabalho
Câmara Comissão aprova suspensão de norma sobre identificação de indígenas na navegação de interior
Câmara Comissão aprova projeto que determina impressão legível de data de validade em remédios
Câmara Comissão de Constituição e Justiça aprova criação da Universidade Federal do Vale do Rio Doce
Câmara Comissão aprova projeto que cria cadastro no SUS de mulheres em situação de vulnerabilidade com risco de câncer Mín. 21° Máx. 31°